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Renato Góes relembra emoção ao ver onça no Pantanal: "Foi um perrengue"

Renato Góes também relembrou carro atolado durante gravações do remake

Ator revelou ter passado por "perrengues maravilhosos" e que saiu da zona de conforto - Foto: Reprodução
Ator revelou ter passado por "perrengues maravilhosos" e que saiu da zona de conforto - Foto: Reprodução

Redação Publicado em 21/03/2022, às 07h52

Renato Góes, de 35 anos, estará no remake de Pantanal, que estreia no dia 28 de março, na faixa das 21h na TV Globo. O ator relembrou da emoção ao ver onças no Pantanal, além de afirmar ter passado por "perrengues maravilhosos".

Em conversa com a Quem, Renato diz que saiu da zona de conforto: "Na minha primeira viagem para a região de Nhecolândia, a viagem tinha uma previsão de duração de três horas e meia, mas acabou durando oito horas. Ficamos em um atoleiro e, em determinado momento, pensei: "É isso. Não vai ter jeito. Vamos ficar aqui, não vai ter como sair". Aí, começamos a pular, empurrar a parte de trás do carro, o motorista acelerando. De repente, estava todo mundo chorando e pulando, a lama correndo, até que a gente conseguiu sair. Foi uma aventura impressionante! No meio da comemoração, atolamos de novo! E passamos mais 40 minutos parados."

Góes prosseguiu: "Foi até mais fácil que a outra atolada, mas foi uma loucura esse dia. Ainda não estávamos ambientados, então tivemos que entender que não existia uma estrada, tínhamos que ir abrindo porteiras ao passar de fazenda em fazenda. Desde o início do trajeto até a casa do Almir ou até o local das gravações abríamos de 30 a 50 porteiras. O caminho sem atalhos tem mais porteiras ainda... No primeiro dia, depois de 10 ou 15 porteiras, vieram porteiras com aviso de 'onça'. Estava com um casal de amigos do interior de São Paulo, que tem uma fazenda lá. Meu Deus do céu!".

"E começou a escurecer, mais avisos de onça. Nossa, foi um perrengue. Estava com um casal de amigos do interior de São Paulo, que tem uma fazenda lá", conta ele, que ficou na fazenda de Almir Sater. "Já era por do do sol e vimos uma onça. A onça veio, se aproximou, bebeu água no rio, veio em nossa direção, ficou realmente próxima da gente. Foi um momento muito especial, existiu medo, mas também busquei coragem. Afinal, se eu não estou agredindo o animal, ele também não irá me agredir. Era uma onça que não estava com filhote, sabemos que quando tem filhote é um pouco mais perigoso. Foi, de fato, um momento mágico para a minha vida inteira."

"Nunca vou esquecer. Para completar, eu tinha perguntado para o Almir dois minutos antes da onça aparecer: 'Almir, qual seria nossa reação mais adequada se uma onça aparecesse?'. Ele falou sobre o respeito mútuo, falou que achava que iríamos sair aos pouquinhos... Mas a gente não saiu. Eu falei: "Vou buscar a câmera". Ele: "Na-na-não". Eu fui mesmo assim, peguei meu celular porque queria registrar. Depois, o Almir agradeceu por ter registrado porque valeu a pena", garantiu.