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Luciele Di Camargo ironiza prisão da filha de Belo: "A fruta não cai longe do pé"

Esposa de Denilson, ela diz que Belo deve cerca de R$ 6 milhões para seu marido

Luciele Di Camargo provocou Belo depois que a filha do cantor foi presa - Reprodução/Instagram
Luciele Di Camargo provocou Belo depois que a filha do cantor foi presa - Reprodução/Instagram

Redação Publicado em 13/11/2020, às 16h49

A prisão da filha do cantor Belo, Isadora Alkimin Vieira, ocorrida nesta semana, pegou muita gente de surpresa. No entanto, houve quem ironizasse a situação.

Luciele Di Camargo deixou alguns comentários na publicação que Hugo Gloss fez no Instagram sobre o caso envolvendo a família do pagodeiro.

"A fruta não cai longe do pé. Tal pai, tal filha", escreveu ela, que é irmã de Zezé di Camargo e Luciano e casada com o ex-jogador e comentarista esportivo Denilson.

Pouco depois, ela se manifestou novamente ao rebater um internauta que defendeu Belo das acusações. "Deixa ele te dever R$ 6 milhões que você vai fazer o mesmo comentário", alfinetou.

Comentários de Luciele no Instagram - Foto: Reprodução/Instagram

 

O valor é referente a uma dívida que Belo tem com Denilson, da época em que o ex-jogador era empresário do grupo de pagode do cantor, o Soweto. A disputa pelo dinheiro se arrasta na Justiça brasileira há vários anos.

O caso rendeu várias indiretas de todas as partes, chegando ao ponto do cantor processar o comentarista por danos morais em 2017, depois que Denilson o cobrou publicamente nas redes sociais em abril daquele ano.

Na ocasião, Belo se declarou "humilhado, constrangido e incomodado" com a cobrança feita pelo Instagram. A Justiça, no entanto, negou o pedido do pagodeiro, dizendo que a solicitação era improcedente porque a dívida de fato existe.

A jovem de 21 anos foi presa na última quarta-feira (11/11), acusada de fazer parte de uma quadrilha que se especializou em golpes por meio eletrônico. Ela responderá inicialmente pelo crime de organização criminosa, que prevê umapena de três a oito anos de prisão.

Se ficar provado que a organização na qual Isadora supostamente participava tinha ligações com outras organizações criminosas, a pena pode ser aumentada. A suspeita da polícia é de que havia ligações a maior facção criminosa do Rio de Janeiro.

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