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Naiara Azevedo fala sobre menopausa precoce: “Vou congelar óvulos e ter um filho no futuro”

Naiara Azevedo com o marido, Rafael Cabral
Naiara Azevedo com o marido, Rafael Cabral - Foto: Reprodução/ Instagram

Redação Publicado em 28/09/2020, às 06h09

Uma das cantoras mais queridas do Brasil, Naiara Azevedo, atualmente com 30 anos, contou que está passando por dois tratamentos para conseguir realizar o sonho da maternidade no futuro; o de reposição hormonal e o de congelamento de óvulos.

Casada desde 2016 com Rafael Cabral, a artista explicou que não pode ter um filho de forma natural e que já deu início aos tratamentos.

“Descobri em outubro do ano passado que tenho pré-disposição à menopausa precoce e que por isso não posso ter um filho de forma natural. Comecei a fazer tratamento de reposição hormonal para isso e estou fazendo também um tratamento para congelar os óvulos e ter um filho no futuro”, contou ela, à revista Quem.

À publicação, Nayara explicou que poderia ter engravidado durante a quarentena, já que teve disponibilidade de tempo para tomar as injeções do tratamento, mas que prefere esperar um pouco mais para ter um filho.

“Quando entrei na quarentena, consegui ter essa disponibilidade de horário na minha agenda para tomar as injeções, fazer ultrassom com frequência. Se o meu corpo estivesse ok, talvez eu tivesse engravidado nesta quarentena. Mas vou esperar um pouco ainda. Quando acontecer, vou ser uma mãezona”, garantiu a artista.

Volta aos palcos

Sem fazer shows por conta da quarentena, Naiara se mostrou preocupada com as pessoas que estão passando necessidade por falta de trabalho.

“Temos que voltar logo. Não faz sentido ficar em casa sendo que as praias, restaurantes e academias estão lotados e sem distanciamento social algum. O que me impede de fazer show em lugares abertos com 30% da capacidade? Graças a Deus aqui em casa não vai faltar alimento, mas muitas pessoas que vivem do entretenimento estão passando necessidade. O valor de muitas lives, a gente direciona para essas pessoas. Temos que voltar”, argumentou.

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