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Ex-BBB Marciele fala sobre preconceito por figurino de dança: “Aquele olhar”

“Diminuem a profissão”, contou a Cunhã Poranga do Boi Caprichoso

Marciele Albuquerque contou que sofre preconceito por figurino de dança
Marciele Albuquerque contou que sofre preconceito por figurino de dança - Foto: Reprodução/ Instagram@marciele.albuquerque

Redação Publicado em 08/05/2026, às 04h24

Um dos destaques do BBB 26, a dançarina paraense Marciele Albuquerque, de 32 anos, contou que já sofreu muito preconceito por conta do figurino que usa como cunhã-poranga do Touro Negro, à frente do Boi Caprichoso.

Em entrevista ao jornal Extra, ela contou que muita gente destila preconceito por conta da exposição do corpo na tradicional festa do Festival Folclórico de Parintins.

“Nosso figurino deixa a gente quase seminua, então imagina. Não cheguei a sofrer assédio, mas preconceito. Quando eu falava que eu era dançarina, alguns já faziam um olhar que diz muita coisa. Além de comentários que diminuem a minha profissão. Sempre tive que ser muito dura e ter pulso firme com tudo isso para evitar qualquer coisa. Hoje em dia, está muito mais tranquilo porque as pessoas entendem mais”, revelou.



Formada em Administração, Marciele começou a dançar no Caprichoso na época da faculdade e não parou mais. A dança acabou virando uma questão de sobrevivência.

“A dança virou significado de força. Longe de casa, longe da minha família... E tinha a ingenuidade também da menina do interior para lidar com as coisas da cidade grande... Então passei por uns bons bocados, entre trancos e barrancos. Consegui me formar, mas nunca parei de dançar”, ressaltou.

Além de representar o Boi Caprichoso, a ex-BBB também é ativista da causa indígena.

“O ativismo nasce com a gente. Vim de um lugar onde o ativismo é a única opção de luta, né? Antes de ter toda essa visibilidade, lutei muito. Cresci vendo minha mãe e minha avó lutarem. Ter uma consciência de classe veio de forma natural, sabe? Com o Boi Caprichoso, a gente leva isso para a arena, porque cultura é ativismo de forma poética e lúdica. Sendo mulher indígena, nortista e amazônida, sendo referência para outras meninas... Tudo pelos nossos direitos e espaço”, completou.



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