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CURIOSIDADES

Morto em Pearl Harbor, marinheiro é identificado após 80 anos com teste de DNA

William Eugene Blanchard teve restos mortais finalmente identificados

Marinheiro foi morto durante ataque surpresa do Japão contra os Estados Unidos
Marinheiro foi morto durante ataque surpresa do Japão contra os Estados Unidos - Foto/Reprodução

Redação Publicado em 26/03/2021, às 10h53

O marinheiro William Eugene Blanchard, 24, que morreu há quase oito décadas, durante o ataque surpresa do Japão contra os Estados Unidos, em Pearl Harbor, teve seus restos mortais finalmente identificados, segundo o site People

Em janeiro, a identificação foi realizada através de tests de DNA, que permitiram que sua família pudessem fazer um memoral apropriado, o homenageando. A Defense POW / MIA Accounting Agency foi responsável por fazer a identificação do marinheiro.

A agência é especializada e trabalha dentro do Departamento de Defesa dos EUA para poder encontrar prisioneiros de guerra dos EUA, bem como outros listados como desaparecidos em ação. 

Neto de William, Chris Blanchard afirmou ao jornal que sua família chegou a ser informada, há alguns anos, que a agência esteve tentando identificar os restos do corpo de seu avô paterno. Além disso, dois membros da família ajudaram fornecendo amostras de DNA para que pudessem ajudar. "Em janeiro, eles ligaram e disseram: 'Sim, fizemos uma identificação positiva'. Meu primeiro pensamento foi: 'Meu Deus! Isso é real? Já se passaram 80 anos", disse ele. 

Chris ainda relatou que, mesmo não conhecendo o avô, ele e o irmão serviram na Marinha após se inspirarem nele e no avô materno, que também era marinheiro. Também veterana, sua irmã chegou a servir o Exército dos Eua: "Estou muito orgulhoso com tudo isso", comentou Chris.

Ao lado de outros 2.400 militares dos EUA, William foi morto durante a Segunda Guerra Mundia, no dia 7 de dezembro de 1941, após o exército japonês atacar a base naval dos EUA, em Pearl Harbor, no Havaí. 

Um obituário afirma que William chegou a servir como fabricante de caldeiraria de primeira classe a bordo do navio de guerra USS Oklahoma, que acabou virando ao ser atingido por diversos torpedos, que matou cerca de 430 tripulantes. 

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