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Scooter Braun vende as músicas antigas de Taylor Swift por mais de 1,5 bilhão de reais

O comprador ainda não foi identificado

Taylor Swift teve suas músicas vendidas por mais de 1,5 bilhão de reais - Reprodução/Instagram
Taylor Swift teve suas músicas vendidas por mais de 1,5 bilhão de reais - Reprodução/Instagram

Redação Publicado em 16/11/2020, às 18h02

17 meses após a empresa de Scooter Braun comprar a antiga gravadora de Taylor Swift, a Big Machine, assim como todos os seus bens, a Variety informou nesta segunda-feira (16/11) que o empresário vendeu as músicas dos 6 primeiros álbuns de Taylor por mais de R$ 1,5 bilhão. O comprador ainda é anônimo.

A empresa de Braun comprou a antiga gravadora de Taylor em 2005. A aquisição engloba todos os aspectos da Big Machine, incluindo seus clientes, negócios de distribuição, publicações e as músicas dos artistas. Taylor se juntou à Big Machine no começo da sua carreira. Seu contrato terminou em 2018, e logo após ela assinou um contrato com a Universal Music Group.

A cantora está livre para regravar as músicas dos seus 5 primeiros álbuns a partir desse mês. Em agosto de 2019, ela disse que pretendia gravar novamente as músicas. Isso quer dizer que o comprador anônimo ganha em cima toda vez que as músicas são tocadas em qualquer lugar, como streaming, filmes, televisão e até em sampleamento.

A vantagem que Taylor tem ao regravar suas músicas é que, quando as novas versões são tocadas no lugar das antigas, o dinheiro vai totalmente para a cantora.

Sobre essa venda de suas músicas antigas, Taylor disse: "Isso aconteceu sem minha aprovação, consulta ou consentimento. Após eu ter sido negada a oportunidade de comprar minhas músicas, meu catálogo inteiro foi vendido para a empresa de Scooter Braun, em um acordo feito com a família Soros, 23 Capital e o Grupo Carlyle. Ainda assim, até agora, nenhum desses investidores tentou entrar em contato comigo ou com meu time diretamente - para dar satisfação sobre seus investimentos. Sobre seus investimentos em mim. Para perguntar como eu poderia estar me sentindo sobre os novos donos da minha arte, da música que eu escrevi, dos vídeos que eu criei, minhas fotos, minha escrita, os designs dos meus álbuns."

Ela continuou: "O fato é que uma empresa de capital privado deixou esse homem pensar, de acordo com suas próprias redes sociais, que ele poderia 'me comprar'. Mas eu obviamente não vou deixar", frisou.

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