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Luiza Brunet diz que importância do sexo na relação é relativa e afirma: "Não gosto de sexo casual"

Empresária ainda falou sobre propostas indecentes e assédio no ambiente de trabalho

Luiza Brunet falou sobre sexo casual, propostas indecentes e assédio no trabalho
Luiza Brunet falou sobre sexo casual, propostas indecentes e assédio no trabalho - Foto: Reprodução/ Instagram@luizabrunetoficial

Redação Publicado em 16/03/2021, às 09h53

Símbolo sexual nas décadas de 70 e 80, Luiza Brunet, de 58 anos, falou sobre o início de sua carreira de modelo durante sua participação no #Provoca, programa comandado por Marcelo Tas no YouTube.

Ao recordar a época, a mãe de Yasmin Brunet contou que era vista como mulher objeto: “Fui muito objetificada nos tempos de modelo. Havia campanhas em que o homem aparecia em uma posição de poder sobre a mulher”, declarou.

No bate-papo, Luiza ainda falou sobre velhice, sexo, propostas indecentes e violência contra a mulher.

“Uma série de coisas envolve um casal para que tenha uma relação gostosa. Tem que ter beijo na boca, carinho e afeto. Não gosto de sexo casual, nunca tive. Apesar de ter sido um símbolo sexual, minhas relações sexuais foram poucas. Posso contar nos dedos (a quantidade de parceiros)”, disse ela, ressaltando que o sexo não é a única coisa que conta na relação.

Sobre a chegada da idade, a empresária ressaltou que “envelhecer faz parte da vida”, e que é bem possível casar, namorar e ter orgasmo: “As mulheres não têm que ter medo de envelhecer, elas têm que ter medo de não viver. Envelhecer faz parte. A gente namora, a gente casa, a gente tem orgasmo, a gente é consumidora”, ponderou.

Proposta indecente e assédio no trabalho

As propostas indecentes na época de modelo, de acordo com Luiza, chegaram a acontecer.

“Também tinha o lance da mulher que posava nua, que saía na Playboy estava disponível para sexo. As propostas vinham e eu, obviamente, não achava normal e ficava bastante indignada. Hoje em dia, olho para trás e vejo que sofri muita violência moral e sexual”, revelou.

Luiza afirma ter sido assediada em ambiente profissional: “Fui assediada no trabalho. É difícil ser mulher no mundo, mas é mais difícil ser mulher no Brasil e se fazer respeitar. Consegui isso com atitudes”, continuou.

Ela ainda falou sobre violência contra as mulheres e os motivos que levam ao problema: “Impunidade e falta que as mulheres parem de competir umas com as outras. A gente não pode ver mais isso. A mulher é o pilar da família, ela provê os filhos, é uma matriarca. A mulher tem que ser respeitada”, pediu.

Luiza defendeu que as escolas deveriam abordar temas como a violência doméstica e sexual: “Há crianças que são abusadas pelo pai, pelo padrasto, pelo tio, pelo vizinho. O papel do homem é primordial no combate à violência. O feminismo não é contra o homem, é por igualdade”, completou.

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