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“Minha cura é inevitável”, diz Ana Furtado sobre câncer de mama

Ana Furtado mostra luta contra o câncer de mama em suas páginas nas redes sociais
Ana Furtado mostra luta contra o câncer de mama em suas páginas nas redes sociais - Foto: Reprodução/ Instagram

Redação Publicado em 25/06/2018, às 14h33 - Atualizado às 14h45

Convidada desta segunda-feira (25/06) do programa Encontro,Ana Furtado falou abertamente sobre a descoberta e a luta contra o câncer de mama.

Durante o programa, a apresentadora do É de Casa explicou que a primeira coisa que pensou após receber o diagnóstico, foi na morte:

“Quando resolvi falar sobre meu câncer, foi uma decisão muito corajosa e muito certa do meu objetivo. A primeira coisa que você pensa é a morte, a insegurança, a culpa… São tantas coisas difíceis”, disse.

Após a descoberta da doença, Ana Furtado fez um vídeo e postou em suas páginas nas redes sociais. A decisão, segundo ela, se deu na tentativa de ajudar outras mulheres que enfrentam o mesmo problema:

Ana Furtado optou pela crioterapia para diminuir a queda de cabelos após a quimioterapia – Foto: Reprodução/ Instagram

Fazendo quimioterapia, Ana contou que já perdeu de 20 a 30% dos cabelos:

“Já perdi de 20 a 30% do meu cabelo. No início, me assustou muito, mas agora encaro. Faz parte”, continuou.

No final de sua participação, Ana Furtado aproveitou para deixar uma mensagem às mulheres que estão lutando contra o câncer de mama:

“Tira essa energia ruim de dentro de você. Promova a paz dentro de você, reconecte-se, tenha fé. Penso sempre: a minha cura é inevitável. A sua também será”, completou.

Apresentadora faz tratamento para diminuir a queda dos fios

Acostumada a usar sua página no Instagram para dividir detalhes de seu tratamento com os fãs, Ana contou que passa por um procedimento de crioterapia antes e depois das sessões de quimioterapia para diminuir a queda dos cabelos.

Na rede social, a apresentadora disse que o tratamento é dolorido, e deu mais alguns detalhes de como tudo funciona:

“Ontem fiz minha segunda sessão de quimioterapia. E a sensação é de que essa foi menos difícil do que a primeira. Na foto, estou sendo preparada para a crioterapia. Trata-se de uma técnica que utiliza uma touca recheada com gel térmico, atingindo temperaturas negativas (-10º, no meu caso)”, começou.

“Esse resfriamento no couro cabeludo é muito doloroso, mas reduz a quantidade de quimioterápicos que chegam até os bulbos capilares, diminuindo a queda de cabelos. Antes, é preciso encharcar a cabeça para depois colocar a touca. Foram 4 horas e meia com o equipamento na cabeça: meia hora antes do início da quimio e 2 horas após o término dela”, contou.

“É difícil, mas, até agora, eficiente. Só tenho a agradecer a todos os médicos pelas orientações, apoio e carinho comigo”, completou.

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Foram muitas etapas até chegar aqui. Desde o baque do diagnóstico, passando por todas as vezes em que tive que dar a notícia a alguém que amo, os instantes antes da cirurgia até o dia em que decidi abrir meu coração pra todos vocês por esse mesmo canal. Durante essa fase inicial, a força e o carinho que recebi – de familiares, amigos, médicos e todos que me enviaram mensagens – foi essencial. Minha fé, esperança e coragem para enfrentar as próximas etapas foram reforçadas e revigoradas. E acredito que compartilhar essa luta pode servir como força e inspiração para muitas pessoas – não apenas as que passam pelo mesmo processo que eu – mas também aquelas que vivem situações tão difíceis quanto. A primeira sessão de quimioterapia já passou. Muitas etapas ainda virão. E seguiremos juntos, firmes e nos fortalecendo no amor, no afeto e na fé. ❤

Uma publicação compartilhada por Ana Furtado (@aanafurtado) em

Ontem fiz minha segunda sessão de quimioterapia. E a sensação é de que essa foi menos difícil do que a primeira. Volto a dividir detalhes com vocês porque, ao mesmo tempo em que me fortaleço com as palavras de carinho que recebo, acredito que posso também encorajar pessoas que estejam passando por situações tão difíceis quanto o diagnóstico de um câncer. Na foto, estou sendo preparada para a crioterapia. Trata-se de uma técnica que utiliza uma touca recheada com gel térmico, atingindo temperaturas negativas (-10º, no meu caso). Esse resfriamento no couro cabeludo é muito doloroso, mas reduz a quantidade de quimioterápicos que chegam até os bulbos capilares, diminuindo a queda de cabelos. Antes, é preciso encharcar a cabeça com água para depois colocar a touca. Foram 4 horas e meia com o equipamento na cabeça: meia hora antes do início da quimio e 2 horas após o término dela. É difícil, mas, até agora, eficiente. Só tenho a agradecer a todos os médicos pelas orientações, apoio e carinho comigo.🙏

Uma publicação compartilhada por Ana Furtado (@aanafurtado) em

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