ROBÉRIO DE OGUM

Hexa confirmado, Alisson fora e Inglaterra como vilã: o que o plano espiritual mostra para a Copa

Robério de Ogum diz que caminho do Brasil está aberto na Copa do Mundo
Robério de Ogum diz que caminho do Brasil está aberto na Copa do Mundo - Foto: Divulgação
Robério de Ogum

por Robério de Ogum

Publicado em 24/06/2026, às 10h06

A Copa do Mundo é o assunto do momento. E normalmente, o plano espiritual mostra um panorama difuso, disputado, cheio de interferências. Desta vez está diferente. O caminho do Brasil está aberto. E eu preciso dizer isso antes que a bola role de novo, porque é exatamente para isso que existo.

Começo pelo que mais vai gerar polêmica: Alisson não aparece bem espiritualmente para este Mundial. Não é questão de talento. Mas o plano espiritual mostra uma energia pesada em torno dele, uma proteção baixa neste momento.

Já Weverton, nosso goleiro reserva, aparece coberto, firme, preparado. Se o Mister Ancelotti tiver sensibilidade para enxergar além do que os olhos veem, ele vai escalar o goleiro certo.



Sobre Neymar, eu já disse antes. Disse quando ele estava machucado, quando ninguém apostava na convocação, quando o Santos era só rumor. Eu disse que ele voltaria ao Brasil, que seria Santos ou Flamengo, e foi Santos. Disse que seria dúvida para a Copa e que acabaria convocado. Se confirmou...

Então quando eu digo agora que ele será o protagonista desta campanha, não estou fazendo aposta. Não é chute. Estou lendo o que o plano mostra. Neymar carrega uma história de quedas e recomeços porque esse é o karma dele. Mas o ciclo está fechando de uma forma bonita. Ele chega centrado. Chega com missão.

Vini Jr. é um jogador excepcional, mas não aparece como protagonista espiritual desta Copa. Vai jogar bem, vai contribuir. Mas a figura central desta conquista não é ele. É o 10. Longe de ser uma decepção, mas ele não será tudo isso que estão falando por aí.

O grupo da Seleção aparece diferente das últimas Copas. Mais fechado, mais focado, com uma energia de coletivo que a gente não via há muito tempo. O técnico também está bem espiritualmente, protegido. Existe uma disciplina interna que não vejo há anos nessa Seleção.

Finalmente eles parecem entender o peso da camisa de uma forma mais madura. Não vejo aquela dispersão, aquele ruído externo contaminando o ambiente. O Brasil só perde o hexa se permitir que isso mude.

Muita gente me pergunta sobre os rivais. Portugal e França não aparecem no nível que parte do público imagina. O alerta é para a Inglaterra. A seleção inglesa está espiritualmente muito forte nesta Copa. É o adversário mais perigoso que o Brasil pode encontrar. Não é intuição, não é palpite de quem acompanha futebol. É o que o invisível está mostrando.

Tem gente que ri quando falo essas coisas. Sempre teve. Mas antes de rir, lembra: eu prevejo a vida pessoal de jogadores, namoros, traições, filhos, reconciliações, e acerto. Prevejo convocações controversas, e acerto. Prevejo resultados que ninguém quer ouvir, e acerto. Não sou apresentador de mesa-redonda. Não preciso de audiência para validar o que vejo. O plano fala, eu transmito.

O futebol tem um lado invisível que os números não capturam. O jogador que faz o sinal da cruz antes de entrar, a mãe que acende vela, o torcedor que reza no mesmo lugar de sempre, o técnico que carrega um ritual que não conta para ninguém. Isso não é superstição folclórica. Isso é parte do jogo. Sempre foi.

O Brasil tem tudo para voltar com a taça. O caminho está aberto. Mas o futebol, como a vida, exige presença. Exige que as pessoas certas estejam em campo, dentro e fora do gramado, no momento certo. Axé!

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do CENAPOP.