ROBÉRIO DE OGUM

Mudanças à vista na eleição: o plano espiritual aponta novo vice de Lula

Robério de Ogum adiantou grande mudança nas eleições
Robério de Ogum adiantou grande mudança nas eleições - Foto: Reprodução
Robério de Ogum

por Robério de Ogum

Publicado em 23/01/2026, às 17h34

O plano espiritual não trabalha com datas rígidas, nem com manchetes apressadas. Ele trabalha com sinais, movimentos e alinhamentos que vão se revelando com o tempo. E, ao observar o cenário político brasileiro, especialmente a próxima disputa presidencial, o que se mostra é uma reconfiguração importante e inevitável.

Em minhas leituras espirituais, Ogum tem sido muito claro ao indicar que Fernando Haddad tende a ocupar o posto de vice-presidente em uma futura chapa encabeçada por Luiz Inácio Lula da Silva. Não se trata apenas de uma articulação política comum, mas de um movimento que carrega peso espiritual e kármico.

O que vejo é que existe, no íntimo de Haddad, uma forte disposição para esse lugar. Uma vontade que não nasce apenas da ambição, mas da sensação de missão inacabada. O plano espiritual mostra que esse desejo encontra eco em Lula, que vive um momento profundo de reflexão, não apenas como líder político, mas como homem.



A ligação entre os dois vai além da política. A energia que se apresenta é semelhante à de pai e filho: há confiança, afinidade de essência e uma conexão espiritual construída ao longo dos anos. Isso pesa e muito em decisões dessa natureza. Na espiritualidade, laços assim não são ignorados.

Por isso, os sinais que recebo indicam que a possibilidade de Haddad ser confirmado como vice é muito grande. Não falo em certezas absolutas, porque o livre-arbítrio sempre existe, mas o caminho está claramente desenhado. Quando os tempos se alinharem, essa composição tende a se confirmar.

Já em relação ao atual vice-presidente, Geraldo Alckmin, a leitura espiritual aponta um deslocamento natural. Vejo com força que ele seguirá outro rumo político, com grande chance de disputar e conquistar uma vaga no Senado. É um ciclo que se encerra para que outro possa começar.

Ao longo da minha trajetória, fiz previsões políticas que se confirmaram, inclusive a vitória de Lula na última eleição, quando ainda havia muita dúvida no cenário e antes mesmo das primeiras pesquisas apontarem esse resultado. Ainda assim, faço questão de reforçar: previsão espiritual não é torcida, nem sentença. É leitura de caminhos.

Para 2026, também vejo acontecimentos mais delicados, como o desencarne de dois ex-mandatários. Registro isso com respeito e responsabilidade, porque não são previsões que alguém deseja acertar. Mas sigo fiel ao que me é mostrado, sempre com ética, sem sensacionalismo e sem expor pessoas.

A espiritualidade não impõe. Ela avisa. Cabe a nós observar, refletir e compreender que, muitas vezes, o que chamamos de política também é karma em movimento. Axé!

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do CENAPOP.