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Crítica | Betaal (Netflix, 2020)

Cena de Betaal, série de zumbis produzida na Índia que estreou na Netflix nesta segunda (25/05)
Cena de Betaal, série de zumbis produzida na Índia que estreou na Netflix nesta segunda (25/05) - Reprodução/Netflix

Redação Publicado em 25/05/2020, às 20h44

Através dos anos, os zumbis se tornaram a metáfora perfeita para que cineastas e criadores de séries pudessem projetar nossas angústias existenciais na tela. George A. Romero, considerado o "pai dos zumbis", os usou para fazer críticas sociais nos Estados Unidos, por exemplo.

Desde então, seja para o lado da comédia ou do drama, os zumbis foram entrando no imaginário popular e lá ficaram. Praticamente toda produção que sabe trabalhar com esse tipo de personagem se dá bem. Entretanto, há quem consiga errar a mão em tudo.

É o caso de Betaal, nova série do gênero que estreou na Netflix nesta segunda-feira (25/05). A produção 100% indiana tinha tudo para ser uma boa estreia na plataforma, já que a história, em seu começo, é bem interessante.

Trata-se de uma empreiteira que precisa construir um túnel, e para isso precisa enfrentar uma aldeia na zona rural daquele país. Lá, repousam antigos segredos e maldições àqueles que tentam quebrar as tradições locais. Com a ajuda de um grupo militar devidamente subornado para aniquilar os "insurgentes", a obra vai adiante, mas a maldição já está lançada.

Betaal poderia ter (e deveria ter) sido muito mais. Para um programa que começa reconhecidamente com uma ideia interessante, acaba se tornando incrívelmente estúpido. Os personagens são toscos, mal-escritos, com linhas de diálogo vergonhosas. A maquiagem, idem. E os zumbis...

Veja a crítica abaixo e descubra o que os zumbis tem de tão ruim. Assista:

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