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“Descobri um lado cruel e calculista”, diz Túlio Gadêlha, sobre quarentena ao lado de Fátima Bernardes

Túlio Gadêlha falou sobre quarentena ao lado de Fátima Bernardes
Túlio Gadêlha falou sobre quarentena ao lado de Fátima Bernardes - Foto: Reprodução/ Instagram

Redação Publicado em 21/07/2020, às 06h05

Sempre romântico, Túlio Gadêlha recorreu ao Instagram para falar sobre os meses que passou ao lado de Fátima Bernardes neste período de quarentena, e brincou dizendo que conheceu “outra namorada”.

Na rede social, o deputado federal ressaltou que a experiência foi melhor do que o que os dois esperavam, e que aprenderam muito sobre o outro.

“Muitos amigos me perguntando sobre os quatro meses e quatro dias que passamos juntos durante o isolamento social. Sendo os primeiros dias no Recife, mas a maior parte, na casa dela, no Rio. Tenho dito que foi melhor do que esperávamos. Tivemos a sorte de estar juntos quando tudo começou. É muito bom ter alguém para compartilhar momentos, sejam felizes ou tristes. É bom ter alguém!”, começou ele.

“E a gente conseguiu se virar bem. É que ela tem um mini exercito de filhos parceiros que sempre ajudam em tudo. Ou seja, ninguém ficou sobrecarregado. Nossa verdadeira preocupação era com o que estava acontecendo fora de casa. Se brigávamos? Claro. Eu brigava com ela toda vez que abria o forno porque ela tem a mania de tocar em tudo pra saber se tá quente. E adivinha? Em 93% das vezes ela queimava a mão. Sim, eu brigava, mas depois colocava gelo”, continuou.

Na homenagem, Túlio revelou ser ansioso e contou que conheceu outra namorada, mas cruel e calculista.

“Ela diz que conheceu um Túlio ansioso, que eu nego existir. É que esse Túlio que ela diz ‘ter conhecido’ na verdade gosta de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, tipo: ler o jornal, pegar sol e exercitar a panturrilha. E isso não é ansiedade, é ganhar tempo. Também não aguento passar mto tempo planejando, preciso começar a fazer, executar – isso sim, talvez seja ansiedade”, declarou.

“Mas pera aí! Eu tb conheci ‘outra namorada’. Mais cruel e calculista. Que me ensinou que a vingança é um prato que se come frio. Isso mesmo! Fui atacado diversas vezes, em momentos de distração, por uma mão gelada arrepiante. Era um abraço? Não! Era uma mão gelada nas costas. Era beijo? Não! Era uma mão gelada no pescoço. Isso se chama crueldade. Repetidamente. Ainda me recupero do trauma”, brincou.

Quando pela primeira, vez consegui dar um abraço gelado nela, ela deu um pinote que o ombro esquerdo dela foi direto na minha mandíbula! Quase arranca um pedaço da minha língua fora. Carrego a cicatriz nas palavras que não consigo mais pronunciar. Pois é, gente. Brincadeiras à parte, aprendi que a vida é melhor quando compartilhada com alguém que não mede esforços para nos fazer feliz. Felicidade à todas e todos”, desejou.

Uma das primeiras a comentar a publicação, Fátima revelou que Túlio havia deixado sua casa no Rio de Janeiro, e aproveitou para devolver o carinho dizend que “a vida e melhor quando compartilhada com amor”.

“Não sei nem o que escrever. Que surpresa linda nesse primeiro dia longe. Você sabe exatamente o que está acontecendo nesse momento. A vida é muito melhor quando compartilhada com amor”, postou ela.

 
 
 
 
 
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Muitos amigos me perguntando sobre os quatro meses e quatro dias que passamos juntos durante o isolamento social. Sendo os primeiros dias no Recife, mas a maior parte, na casa dela, no Rio. . Tenho dito que foi melhor do que esperávamos. Tivemos a sorte de estar juntos quando tudo começou. É muito bom ter alguém para compartilhar momentos, sejam felizes ou tristes. É bom ter alguém! . E a gente conseguiu se virar bem. É que ela tem um mini exercito de filhos parceiros que sempre ajudam em tudo. Ou seja, ninguém ficou sobrecarregado. Nossa verdadeira preocupação era com o que estava acontecendo fora de casa. . Se brigávamos? Claro. Eu brigava com ela toda vez que abria o forno porque ela tem a mania de tocar em tudo pra saber se tá quente. E adivinha? Em 93% das vezes ela queimava a mão. Sim, eu brigava, mas depois colocava gelo. . Mas compartilhamos tudo e aprendemos muito sobre o outro. . Ela diz que conheceu um Túlio ansioso, que eu nego existir. É que esse Túlio que ela diz “ter conhecido” na vdd gosta de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, tipo: ler o jornal, pegar sol e exercitar a panturrilha. E isso não é ansiedade, é ganhar tempo. Tb não aguento passar mto tempo planejando, preciso começar a fazer, executar - isso sim, talvez seja ansiedade. . Mas pera aí! Eu tb conheci “outra namorada”. Mais cruel e calculista. Que me ensinou que a vingança é um prato que se come frio. Isso mesmo! Fui atacado diversas vezes, em momentos de distração, por uma mão gelada arrepiante. . Era um abraço? Não! Era uma mão gelada nas costas. Era beijo? Não! Era uma mão gelada no pescoço. Isso se chama crueldade. Repetidamente. Ainda me recupero do trauma. . Quando pela primeira, vez consegui dar um abraço gelado nela, ela deu um pinote que o ombro esquerdo dela foi direto na minha mandíbula! Quase arranca um pedaço da minha língua fora. Carrego a cicatriz nas palavras que não consigo mais pronunciar. . Pois é, gente. Brincadeiras à parte, aprendi que a vida é melhor quando compartilhada com alguém que não mede esforços para nos fazer feliz. Felicidade à todas e todos. . Ah, e sim. A escova azul era a dela.

Uma publicação compartilhada por Túlio Gadêlha (@tulio.gadelha) em

 

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