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Mulher Abacaxi diz que recebia R$ 200 de cachê no auge das mulheres-frutas

“Jogavam lata e copo de cerveja”, contou Marcela Porto

Mulher Abacaxi lembrou auge das mulheres-frutas
Mulher Abacaxi lembrou auge das mulheres-frutas - Foto: Leo Cordeiro

Redação Publicado em 23/04/2026, às 09h01

A empresária Marcela Porto, a Mulher Abacaxi, contou que foi vítima de muito preconceito na época em que as mulheres-frutas estavam no auge, nos anos 2000.

Ainda carregando o nome artístico da época, a caminhoneira contou que se sentia preterida em aparições na TV e também era alvo de xingamentos. Ela contou que, em seus shows, era comum as pessoas jogarem latas e copos de cerveja em sua direção.

“Na época, tinha eu e a Banana de trans. Na verdade, eu ainda era drag. Acho que as pessoas iam para os bailes esperando alguém com o mesmo perfil que as outras mulheres-frutas e, chegando lá, me viam. Montada. Já levei vaia e ainda arremessavam objetos. Levei muita latada e copo de cerveja”, lembrou.



A artista acrescentou: “Pensei até em desistir, até mesmo porque meu cachê era baixíssimo. Ninguém queria pagar mais de 200 reais. Sempre o que pagava minhas contas eram os meus caminhões”, continuou.

Ela contou que recebia pouquíssimos convites para participar de programas de TV, bem menos que as outras mulheres-frutas. “A sociedade tinha muito preconceito. Tenho certeza de que as mulheres-frutas estourassem hoje seria totalmente diferente”, opinou.

Marcela revelou que não mantém contato com outras mulheres-frutas. “Sempre que encontrava em eventos, conversava. Mas não era amiga, não. Só da Mulher Maçã e Pera. Falo com ela até hoje. Acho a Melancia uma fofa, mas nunca tive muito contato”, completou.


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