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Modelo do Miss Bumbum recebeu ameaças de morte após protesto contra Bolsonaro: “Fiquei com medo”

Camila Beck representa o Estado do Tocantins no concurso

Camila Beck e Deia Cavalheiro protestaram com os corpos pintados na Av. Paulista
Camila Beck e Deia Cavalheiro protestaram com os corpos pintados na Av. Paulista - Foto: André Pera/ CO Assessoria

Redação Publicado em 14/05/2021, às 17h10

Uma das beldades da nova edição do Miss Bumbum, Camila Beck ― que representa o Tocantins no concurso ― contou que recebeu ameaças de morte após protestar a favor da vacina da Covid-19 e fazendo oposição ao presidente Jair Bolsonaro na Av. Paulista, uma das principais vias de São Paulo.

“Durante o protesto ouvimos vários xingamentos, buzinaços e até ameaças de apoiadores do Bolsonaro. Fiquei com bastante medo”, disse ela, durante uma live com Andressa Urach.

A modelo explicou que também recebeu ameaças em sua cidade natal, Ijuí, no Rio Grande do Sul: “Como eu moro em cidade pequena as coisas acontecem muito rápido, eu fui bastante atacada, recebi diversas ameaças, fiquei vários dias sem sair na rua, só saia acompanhada de alguém, chegaram a denunciar meu perfil no Instagram, tomou uma proporção que eu jamais imaginei. Nunca vivi um cancelamento tão pesado na minha vida”, continuou.

Após as ameaças, Camila disse que resolveu se afastar por uns dias das redes sociais: “Fiquei muito mal e com medo, eram ameaças e xingamentos de todos os lados”, completou.

Camila concorre ao título de bumbum mais bonito do país ao lado de outras 26 candidatas. O concurso deste ano teve uma invasão de estudantes e também a participação, pela primeira vez, de uma transexual: Sâmella Vinter.

Das 27 concorrentes, 15 vão se classificar para a final após uma votação popular com início no dia 10 de maio. Depois disso, haverá um desfile de gala onde um júri decidirá quem é a dona do bumbum mais bonito do país. A vencedora vai embolsar R$ 50 mil.

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