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Revoltada, Charlize Theron desmente Harvey Weinstein sobre eles terem dormido juntos

Revoltada, Charlize Theron desmente Harvey Weinstein sobre eles terem dormido juntos
Revoltada, Charlize Theron desmente Harvey Weinstein sobre eles terem dormido juntos - Foto: Reprodução

Redação Publicado em 05/12/2019, às 12h45

Em entrevista publicada pelo The New York Times, a atriz Charlize Theron se mostrou revoltada com as alegações de Harvey Weinstein, o ex-poderoso produtor de Hollywood, que afirmou ter dormido com ela.

Theron, de 44 anos, disse que Harvey mentiu ao afirmar que eles passaram algumas noites juntos, e que ele usava essa mentira para convencer outras atrizes a fazer o mesmo com ele. “Uma de suas frases era que Renée (Zellweger) e eu dormimos com ele para conseguir emprego”, disse. “Não havia limite para ele”.

Segundo Theron, Weinstein usou desse mesmo expediente com várias outras mulheres da indústria. “Colocando mulheres uma contra a outra? Ele era muito, muito bom nisso”, revelou a atriz. “Havia muito do tipo ‘Bem, eu estou conversando com Gwyneth (Paltrow) para este filme…’ Mesmo em favores sexuais, ele ainda nos colocava uma contra a outra”, contou.

Em 2017, Zellweger, de 50 anos, negou veementemente as alegações do ex-produtor. Em um comunicado enviado para a revista People, ela disse: “Se Harvey disse isso, ele está cheio de mer**”. Ele teria dito para outras atrizes que teria dormido com Theron, Zellweger e Paltrow em troca de ajuda para suas carreiras – ele usava essas desculpas para convencer atrizes iniciantes a dormirem com ele.

À época, um porta-voz de Weinstein negou que ele tenha feito essas insinuações. “Sr. Weinstein nega veementemente essas acusações e nunca afirmou que dormiu com nenhuma delas. É ridículo que alguém acredite que essas mulheres talentosas, vencedoras de prêmios da Academia, tenham proporcionado favores sexuais em troca de papéis conquistados com base em seu talento e trabalho brilhante. Simplesmente não é verdade”, declarou.

Atualmente, Harvey Weinstein responde na justiça por vários crimes de importunação sexual e irá à julgamento em janeiro de 2020, acaso de estupro, agressão sexual predatória e ato sexual criminal. Ele foi o principal acusado do movimento #MeToo, que varreu Hollywood de 2017 em diante.

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