A pergunta que não quer calar: é amor ou é marketing? A resposta mais honesta: provavelmente os dois

por Eduardo Graboski
Publicado em 29/10/2025, às 09h53
Virginia sempre foi estrategista. Ela entende de algoritmo. Nada é por acaso. Ela sabe o impacto de uma legenda, o poder de um story, e o peso de um nome global como o de Vini Jr. – especialmente às vésperas da Copa do Mundo de 2026, quando o Brasil inteiro vai respirar futebol (e fofoca).
Mas também seria injusto dizer que é tudo calculado. Porque, convenhamos, se tem algo que move a internet é a combinação explosiva entre carisma e química – e isso os dois têm de sobra. O vídeo dos dois abraçados já parece campanha de perfume da Dior com trilha da Anitta. E o povo ama um romance cinematográfico, ainda mais quando vem com passaporte carimbado e uma dose generosa de luxo.
O mais curioso é que, enquanto uns acusam Virginia de ser estrategista demais, ela apenas faz o que milhões de pessoas sonham: transformar a própria vida em um negócio de sucesso. E mais, isso vira vício. O brasileiro adora viver a vida de artistas (ou pelo menos espiar).
O amor dela tem ROI. E o Vini, convenhamos, também não é nenhum amador nesse jogo de imagem. Um dá o hype, o outro dá o holofote. É o casamento perfeito entre a Globo e o TikTok. Se for amor, lindo. Se for campanha, brilhante. E se for os dois — aí é case pra Harvard. Vou só aplaudir.
No fim das contas, tem quem diga que é marketing. Tem quem diga que é amor. No fundo, é só 2025 sendo 2025, onde a timeline virou altar, e o feed, altar-mor. O importante é que os dois estão felizes, e o Brasil, entretido. Missão cumprida.
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