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“Respirar é um privilégio”, desabafa Tainá Müller, após sofrer com sintomas de coronavírus

Tainá Müller falou sobre quarentena atribulada e disse que segue em recuperação
Tainá Müller falou sobre quarentena atribulada e disse que segue em recuperação - Tainá Müller, Coronavírus, Covid-19

Redação Publicado em 07/04/2020, às 08h14

Tainá Müller contou em seu Insatgram que a saúde segue melhorando após sofrer por dias seguidos com os sintomas provocados pelo novo coronavírus.

Em seu Instagram, a atriz – que é irmã de Titi Müller e Tuti Müller – publicou um textão em tom de desabafo no qual diz que está “feliz por estar viva” e ressalta que “respirar é o maior dos privilégios” no momento:

“Passando aqui para contar que me recupero bem apesar de ainda não me sentir 100%. Tanta coisa passando na cabeça nesse momento, mas a maior delas (e onde eu me agarro quando vem o medo e aflição) é a alegria de estar viva no aqui e agora. Respirar é o maior dos privilégios. Poder dizer as palavras mais lindas a quem a gente ama”, começou ela.

Em uma postagm anterior, Tainá explicou que se isolou dentro de casa após sentir febre alta, dores no corpo e dificuldades para respirar (sintomas da covid-19, provocada pelo novo coronavírus), para não acometer o marido que tem asma, e o filho Martin, de 3 anos, e revelou que não conseguiu um diagnóstico conclusivo porque não encontrou testes nos hospitais.

Na postagem, a apresentadora e atriz diz que é “grata pela oportunidade” de viver e que a alegria é o melhor dos remédios.

“Existir e poder ser grata todos os dias pela oportunidade. Embora tudo isso possa parecer “papo chato gratiluz” que ninguém mais aguenta ouvir, é de fato o que eu realmente acredito. Com tanta tristeza no mundo, com tanta dor entre nossos irmãos, podemos nos dar ao luxo da alegria? Acredito que sim. Acredito que em tempos como esse a alegria não só é um direito mas um dever dos que permanecem. Pois quando o mundo desmorona sob os nossos pés e parece que não há nada mais a perder, ainda resta a vida e tudo o que podemos fazer com ela”, continuou.

“Precisamos mais do que nunca acreditar no nosso poder de renascimento, na nossa criatividade e principalmente na nossa compaixão. Somos uma teia orgânica co-dependente e esse chamado pra despertar que estamos vivendo só reafirma isso. Basta saber o que faremos depois que a consciência coletiva, traumatizada de tanta dor, ressurgir renovada no exercício de seu livre arbítrio. Eu espero sinceramente que possamos reinventar um mundo mais justo, mais igualitário e mais livre. Vibremos cura. Vibremos amor. A alegria é só o que nos resta”, compeltou.

 
 
 
 
 
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Boa noite, de pijama eterno, passando aqui pra contar que me recupero bem apesar de ainda não me sentir 100%. Tanta coisa passando na cabeça nesse momento, mas a maior delas (e onde eu me agarro quando vem o medo e aflição) é a alegria de estar viva no aqui e agora. Respirar é o maior dos privilégios. Poder dizer as palavras mais lindas a quem a gente ama. Existir e poder ser grata todos os dias pela oportunidade. Embora tudo isso possa parecer “papo chato gratiluz” que ninguém mais aguenta ouvir, é de fato o que eu realmente acredito. Com tanta tristeza no mundo, com tanta dor entre nossos irmãos, podemos nos dar ao luxo da alegria? Acredito que sim. Acredito que em tempos como esse a alegria não só é um direito mas um dever dos que permanecem. Pois quando o mundo desmorona sob os nossos pés e parece que não há nada mais a perder, ainda resta a vida e tudo o que podemos fazer com ela. Precisamos mais do que nunca acreditar no nosso poder de renascimento, na nossa criatividade e principalmente na nossa compaixão. Somos uma teia orgânica co-dependente e esse chamado pra despertar que estamos vivendo só reafirma isso. Basta saber o que faremos depois que a consciência coletiva, traumatizada de tanta dor, ressurgir renovada no exercício de seu livre arbítrio. Eu espero sinceramente que possamos reinventar um mundo mais justo, mais igualitário e mais livre. Vibremos cura. Vibremos amor. A alegria é só o que nos resta.

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