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Salgueiro sobre modelo que desistiu de desfilar por ser cristã: “Nunca foi a um ensaio”

Débora Peixoto sairia em carro com cinco amigas

André Vaz diz que Débora Peixoto nunca foi a um ensaio do Salgueiro - Foto: Reprodução/ Instagram@deborapeixoto.ofc
André Vaz diz que Débora Peixoto nunca foi a um ensaio do Salgueiro - Foto: Reprodução/ Instagram@deborapeixoto.ofc

Redação Publicado em 28/01/2025, às 06h22

André Vaz, presidente do Salgueiro, desmentiu a criadora de conteúdo Débora Peixoto, que disse ter desistido de desfilar na agremiação por conta do enredo carregado de referências às religiões africanas.

A modelo explicou nas redes sociais que “foi criada em um lar cristão” e o enredo poderia ferir sua crença e ofender sua família. André ressaltou que Débora não seria musa da escola, como vinha dizendo, mas faria parte da composição (estaria em cima de um carro alegórico) e também nunca foi a um ensaio do Salgueiro.

“De fato, ela estava na lista de pessoas que iriam desfilar na escola. Seria num carro, como composição. Ela e mais cinco amigas estariam nesse carro. Mas a Débora nunca foi a um ensaio. Então, no começo do ano, a escola entrou em contato e deu um ultimato a ela, que decidiu, não desfilar. Em momento algum essa moça justificou a questão religiosa”, explicou, ao jornal Extra.



Ele acrescentou: “Nos pegou de surpresa tudo isso. Afinal, ela tem um canal de conteúdo adulto, é casada com duas pessoas, e, aí, o samba da escola fere seus princípios cristãos? Enfim, foi substituída rapidamente”, continuou.

Débora Peixoto usou suas redes sociais para anunciar que não iria desfilar no Salgueiro:

“Cresci em uma família que me ensinou valores cristãos muito fortes. O Carnaval sempre foi algo que amei, mas participar de um enredo que fala sobre práticas que não condizem com minha fé seria uma contradição para mim. Tenho medo de decepcionar minha família e de ser julgada por aqueles que compartilham da mesma fé que eu”, disse ela.

A publicação gerou polêmica e a criadora de conteúdo chegou a ser acusada de disseminar intolerância religiosa:

“Respeitem o livre arbítrio do próximo porque ninguém é obrigado a acreditar no que você acredita. Acho que muita gente não sabe o que é um gatilho emocional, que foi o que eu tive. Vou continuar amando carnaval, mas não quer dizer que eu vá cantar ou dizer algo em que não acredito”, disparou.


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