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BBB26: Irmã de Chaiany diz que ela “nunca mentiu” sobre pobreza: “iPhone é meu”

Maria Luiza falou sobre comentários maldosos na web

Irmã de Chaiany diz que ela nunca mentiu sobre pobreza
Irmã de Chaiany diz que ela nunca mentiu sobre pobreza - Foto: Reprodução/ Instagram@chaianydeandrade

Redação Publicado em 26/02/2026, às 06h29

Irmã de Chaiany Andrade, do BBB 26, a advogada Maria Luiza, de 29 anos, contou que a goiana nunca mentiu ao falar sobre a vida difícil que teve desde a infância.

Em entrevista ao jornal Extra, ela falou sobre as pessoas nas redes sociais que começaram a questionar a pobreza e a vida humilde da sister após o último sincerão — no qual ela deu emoji de vômito para seus aliados. 

“Meu pai ganhou da reforma agrária uma chácara no assentamento, no Vale do Paranã (GO), a gente tinha uns 4 anos de idade e foi morar lá. Foi uma casa construída tijolo por tijolo. No começo, a gente morava num barraco de madeira e lona. Conforme meu pai ia conseguindo comprar cimento, a gente ia construindo com as próprias mãos. Eu e a Chaiany carregávamos tijolo, ajudávamos a peneirar areia. A casa foi feita com o nosso suor. E foi crescendo”, contou.



Maria Luiza garantiu que Chaiany não está fazendo uma personagem.

“Chaiany não está fazendo um personagem. A gente ia andando para a escola. Sete quilômetros na ida e sete na volta. Na lama, na chuva, com a água na cintura porque alagava. A gente lavava o cabelo com sabão. Chaiany só está contando a história dela. E não é porque a gente vem dessa história, que a gente tem que ficar nela para sempre. As pessoas me julgam porque eu tenho faculdade. Eu fiz pelo Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) e devo o Fies até hoje, porque a minha profissão não me remunera para eu poder pagar a dívida toda. Chaiany quer a independência dela e da filha. Nunca mentiu sobre a situação financeira do meu pai. Lara, inclusive, nasceu muito doente. E a gente precisava comprar remédios caros. Se não fosse meu pai, a Lara teria morrido”, avisou.

A advogada aproveitou para esclarecer a história de ser pobre e ter iPhone.

“Gente, o iPhone é meu, e nem fui eu que comprei. Assim que me formei, um familiar faleceu, e a gente teve que fazer o inventário. Fiz de graça, por ser minha família e eu estar no começo da carreira. Tiveram que vender a casa desse inventário, e a parente que recebeu a parte dela comprou um celular para mim de presente, porque sabia que era meu sonho ter um iPhone. Tem ainda a história de que o meu pai tinha uma empresa com capital social de R$ 4 milhões. Pegaram uma empresa com um nome parecido com o dele. Aquele CNPJ não é o do meu pai. A gente mandou uma notificação extrajudicial para cada página que publicou. Apagaram e fizeram retratações”, completou.


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