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Análise: O Esquadrão Suicida de James Gunn é muito superior ao de David Ayer

O Esquadrão Suicida estreou nos cinemas nesta quinta-feira (05/08)

Elenco de O Esquadrão Suicida, que chega hoje aos cinemas brasileiros - Foto: Reprodução / Warner Bros
Elenco de O Esquadrão Suicida, que chega hoje aos cinemas brasileiros - Foto: Reprodução / Warner Bros

Redação Publicado em 05/08/2021, às 17h58 - Atualizado às 18h58

Chegou aos cinemas do Brasil nesta quinta-feira (05/08) o filme "O Esquadrão Suicida", dirigido por James Gunn e que recomeça a saga dos anti-heróis da DC Comics na tela grande.

Como é de conhecimento geral, houve uma tentativa de fazer um longa-metragem com os mesmos personagens em 2016, dirigido por David Ayer. O fracasso gigantesco e retumbante daquela versão colocou a DC / Warner Bros em uma difícil posição: o que fazer com a história?

A solução quase que literalmente caiu do céu. James Gunn, responsável pelos filmes dos "Guardiões da Galáxia" na Marvel, acabou saindo do estúdio após uma polêmica acerca de tweets antigos com ofensas juvenis. A DC não perdeu tempo e lhe deu carta branca para tratar do que quisesse. Ele escolheu o malfadado Esquadrão, e entrega agora o melhor filme do estúdio até aqui.

Chega a ser chocante a diferença entre a produção de 2016 com essa. Não dá nem para comparar: a qualidade no roteiro e na direção é inegável, e a maior prova disso é a quantidade de astros que toparam participar desse novo filme. Até Slyvester Stallone está no meio, dando voz ao Tubarão-Rei.

Em tudo que se propõe, O Esquadrão Suicida é superior a Esquadrão Suicida -- não é só na inclusão do "o" antes do nome. A produção que agora chega ao cinema é superior em estilo e conteúdo, sendo um novo caminho para a DC Comics no cinema.

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