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Regina Duarte teve contas de peça reprovadas pela Lei Rouanet em 2018 e deve R$ 319,6 mil, segundo revista

Regina Duarte teve contas de peça reprovadas pela Lei Rouanet em 2018 e deve R$ 319,6 mil, segundo revista - Foto: Reprodução / Instagram A atriz Regina Duarte

Regina Duarte teve contas de peça reprovadas pela Lei Rouanet em 2018 e deve R$ 319,6 mil, segundo revista - Foto: Reprodução / Instagram
Regina Duarte teve contas de peça reprovadas pela Lei Rouanet em 2018 e deve R$ 319,6 mil, segundo revista - Foto: Reprodução / Instagram

Redação Publicado em 24/01/2020, às 13h02 - Atualizado às 13h04

A atriz Regina Duarte está cotada para assumir a Secretaria de Cultura no atual governo, e tem “noivado” com Jair Bolsonaro. Assim como a maioria dos apoiadores do presidente, ela vê problemas na Lei Rouanet, que financia boa parte da cultura do país.

No entanto, a própria Regina teve problemas com a prestação de contas de uma peça que fez em 2018 e teve recursos captados com a Lei Rouanet. De acordo com a reportagem veiculada pela Revista Veja desta semana, de autoria dos jornalistas Hugo Marques, Edoardo Ghirotto e João Batista Jr, a atriz deve R$ 319,6 mil ao governo federal por irregularidades na produção.

Segundo a reportagem, uma empresa de Regina, chamada A Vida É Sonho Produções Artísticas, obteve três financiamentos através da Lei Rouanet, somando R$ 1,4 milhão de reais. Em 2018, o Ministério da Cultura (que na época ainda existia) reprovou as contas de um dos três projetos, chamado Coração Bazar: com ela, a atriz captou R$ 321 mil reais.

Os fundamentos da decisão que condenou Regina Duarte são mantidos em sigilo, mas o que se sabe é que ela precisa devolver R$ 319.600,00 reais ao Fundo Nacional da Cultura.

Regina ainda não devolveu o dinheiro para o governo porque apresentou um recurso para tentar reverter a decisão.

Ainda de acordo com a reportagem da Veja, ela teve outros dois projetos custeados pela Lei Rouanet: um teve contas aprovadas e outro ainda não foi analisado.

Procurada pela reportagem, Regina Duarte afirmou que fará “o que a Justiça determinar”. Já seu filho André Duarte, que é sócio-administrador da empresa A Vida É Sonho, informou para a revista que a prestação de contas só foi reprovada por um descuido: a falta de comprovantes de que o monólogo, em cartaz de 2004 a 2005, foi exibido sem a cobrança de ingressos – que era exigência do contrato.

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