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“Educar um filho é muito difícil e isso me apavora”, diz Fábio Porchat

Aos 36 anos, Fábio Porchat, que atualmente comanda o Que História é Essa, Porchat?, no GNT, contou que ainda não tem certeza sobre a paternidade...

Fábio Porchat e a mulher, Nataly Mega, em viagem pelo Deserto de Atacama
Fábio Porchat e a mulher, Nataly Mega, em viagem pelo Deserto de Atacama - Foto: Reprodução/ Instagram

Redação Publicado em 29/10/2019, às 13h09 - Atualizado às 13h12

Aos 36 anos, Fábio Porchat, que atualmente comanda o Que História é Essa, Porchat?, no GNT, contou que ainda não tem certeza sobre a paternidade.

Casado há dois anos com Nataly Mega, que é produtora executiva e sócia do canal Porta dos Fundos, o apresentador explicou que “fica apavorado” só de pensar a respeito:

“Ainda estou na dúvida. Minha mulher tem vontade de ser mãe. Eu não tenho vontade de ser pai, porque nos dias de hoje é muito difícil educar um filho. E isso me apavora, A gente não sabe mais o que é certo e o que é errado. Na verdade, querer ter um filho não é um sonho que sempre tive” garantiu ele, à revista Quem.

À publicação, Fábio ainda revelou o que o deixa profundamente irritado, e também falou sobre críticas e a cobrança do politicamente correto:

“Fico muito bravo com pessoas que furam a fila e que passam pelo acostamento nas estradas. São pequenas coisas que emitem falta de civilidade. Me irrita muito. Lógico que não fico agressivo, guardo para mim, mas me deixa muito bravo”, revelou.

Em seguida, o humorista criticou o fato de “tudo ser motivo de tragédia”:

“Às vezes, nós damos muito valor para o que duas pessoas causaram na internet. Como se isso fosse um negócio grandioso. Mas hoje em dia podemos falar uma coisa legal, por exemplo ‘Jesus é um ser legal’, sempre terá uma pessoa que dirá que não sabe se gosta disso. Sempre haverá polêmicas em qualquer assunto. Tudo vira uma tragédia. O que acontece é que escutam 10 pessoas gritando e acham que foi terror. Isso porque a mídia social e a internet são produtos novos para nós e não sabemos lidar. A tragédia de 10 pessoas que falando que não gostaram disso ou daquilo não pode nos apavorar, agora quando 10 mil pessoas fazem barulho, então, sim, é motivo para se preocupar”, opinou.

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