Crítica: Ad Astra – Rumo às Estrelas se revela um filme triste, mas impressionante

Brad Pitt estrela Ad Astra - Rumo às Estrelas, de James Gray - Foto: Reprodução

Brad Pitt estrela Ad Astra – Rumo às Estrelas, de James Gray – Foto: Reprodução

Ad Astra ganhou, aqui no Brasil, o subtítulo “Rumo às Estrelas”. Nem precisava: manter o mistério do nome seria muito mais interessante, mas de certo foi uma escolha mercadológica, como que para deixar claro do que o filme se trata – é, de fato, uma ficção científica.

No entanto, a grande estrela mostrada no filme é Brad Pitt. O ator, que está em um ano sensacional depois de arrasar em Era Uma Vez… Em Hollywood, consegue levar o filme nas costas e brilha intensamente aparecendo em mais de 90% das cenas. Ad Astra é dele, sem dúvida alguma. E ele não decepciona.

Ele interpreta Roy, um astronauta que escolheu se isolar de qualquer relação humana, e que sempre se tão sozinho e desamparado que é uma surpresa quando ele acaba sendo escolhido para mergulhar no espaço profundo em uma nave. Entretanto, não é por acaso: ele precisa viajar pelas estrelas para procurar seu pai (Tommy Lee Jones), um veterano astronauta que embarcou em uma missão parecida há muitos anos e desapareceu. Ao encontrarem vestígios de que ele pode estar vivo, o governo manda o filho ir resgatá-lo.

Ad Astra, portanto, é um filme sobre a reconexão entre pai e filho, um laço cortado abruptamente e que agora pode ter uma chance de ser reatado. No caminho, ele descobre certos segredos que podem acabar com a raça humana.

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