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Emily em Paris (Netflix, 2020): Série é fofa, mas repleta de clichês batidos | Crítica

Lilly Collins interpreta Emily na série Emily em Paris, da Netflix
Lilly Collins interpreta Emily na série Emily em Paris, da Netflix - Reprodução/Netflix

Redação Publicado em 05/10/2020, às 18h45

O enredo de Emily em Paris, nova série da Netflix, emprega várias situações que remetem às comédias românticas mais clássicas do Cinema, com algumas pitadas de O Diabo Veste Prada -- mas ao invés da suposta vilania de Meryl Streep, temos a fofura de Lilly Collins.

Tudo começa com um golpe de sorte para que Emily Cooper (Collins) consiga o emprego dos sonhos: sua chefe na empresa de marketing Savoir, em Chicago, descobre que está grávida. Por causa disso, ela abandona seu plano de se mudar para o escritório da empresa em Paris.

Com a decisão, ela escolhe Emily para ir em seu lugar. Dessa forma, a moça assume a missão de sua vida, mudando-se para a França para ajudar a trazer “uma perspectiva americana” para a equipe da Savoir em Paris.

Como não poderia deixar de ser, Emily acaba se envolvendo com a encantadora e charmosa cidade e também com alguns de seus habitantes.

A produção é ideal para esse período do ano, principalmente quando se tem o contraste dos lançamentos de terror por causa do Halloween. Quem gosta de uma históri para aquecer o coração, estará em casa.

No entanto, Emily em Paris traz alguns problemas pesados que acabam afetando seu resultado final. Conheça todos os pontos sobre na crítica abaixo, que explica em detalhes o que a série tem de bom e ruim.

Veja:

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