O ex-âncora revelou “construção de inimizade” nos bastidores da emissora

Redação Publicado em 04/03/2026, às 05h29
O jornalista Rodrigo Bocardi, de 50 anos, voltou a falar sobre a sua saída da TV Globo, no ano passado, após trabalhar na emissora por 25 anos.
Em entrevista no programa Pânico, ele contou que interesses internos contrários à sua permanência contribuíram para o seu desligamento.
“Interessava a muita gente eu não estar ali. Interessava a muita gente eu não falar tudo o que eu falava. E tem questões de disputas e tal”, explicou, dando a entender que sua postura profissional incomodava.
BOCARDI REVELA VERDADE POR TRÁS DA SUA SAÍDA DA GLOBO: “MUITA GENTE QUERIA ME CALAR!”
— Programa Pânico (@programapanico) March 3, 2026
Assista ao Pânico na íntegra:https://t.co/aX5c98vIEspic.twitter.com/GqBycRswU9
Rodrigo Bocardi disse ainda que havia a “construção de inimizades” nos bastidores da emissora.
“É uma relação de trabalho de um funcionário com uma empresa. Mas tem todo o contexto que você já viu eu falar, da questão de construção de inimizade. Para mim é o seguinte: é uma conversa silenciosa, jurídica e tal, e já faz mais de um ano, um ano e dois meses”, pontuou.
No bate-papo, o jornalista aproveitou para rebater os boatos de que tinha uma má reputação nos bastidores, sugerindo uma consulta aos seus ex-colegas.
“Todo mundo que trabalhou comigo diretamente quer ligar agora? Liga. Liga agora. Faz uma surpresa, faz uma entrevista com uma pessoa que trabalhou comigo diretamente para saber qual era o ambiente, qual era a parada, que jogo eu jogava”, disse ele.
“Quer ligar para a Glória Vanique? Quer ligar para o Tiago Oliveira do esporte que foi lá? Quer ligar para o Jodar? Quer ligar para Abel Neto que passou lá comigo? Quer ligar para a Cíntia Toledo que trabalhou lá comigo de manhã? Pode ligar para a Sabina Simonato que está lá hoje. Liga para quem quiser e pede um relato verdadeiro”, sugeriu.
O jornalista também garantiu que não tinha uma postura agressiva ou competitiva com a equipe. “Cara, zero! Aliás, pelo contrário, eu falava assim para todo mundo: ‘Cara, se você está vindo junto comigo aqui e você está vindo de peito aberto, nós vamos ganhar juntos’. Porque para mim, eu preciso, eu sozinho não faço nada. Então eu tenho que ganhar com a pessoa e a pessoa ganhar comigo. Ali na hora da apresentação, essa é a parada”, completou.
COLUNISTAS