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MC Mirella testemunha como vítima em investigação da Polícia Federal contra rede de prostituição

Funkeira depôs como testemunha contra quadrilha que mantém rede de prostituição

MC Mirella testemunhou na Polícia Federal sobre a rede de prostituição que a aliciou quando adolescente - Foto: Reprodução / Instagram
MC Mirella testemunhou na Polícia Federal sobre a rede de prostituição que a aliciou quando adolescente - Foto: Reprodução / Instagram

Redação Publicado em 02/05/2021, às 14h01

A cantora Mirella Fernandez, a MC Mirella, depôs como testemunha em uma investigação da Polícia Federal para desbaratar uma quadrilha que comanda uma rede de prostituição internacional.

A informação foi confirmada pela advogada Adélia Soares em declaração para a Quem na noite de ontem (01/05). "(Ela) já contribuiu com seu testemunho, e várias outras pessoas também vítimas da quadrilha foram ouvidas", afirmou.

Mirella chegou a ser acusada de participar da quadrilha: ela teria oferecido R$ 5 mil para uma garota em troca de um encontro com Wissam Nassar, empresário do ramo de shoppings no Paraguai. A adolescente tinha 17 anos na época da oferta.

As investigações descobriram, no entanto, que Mirella havia sido vítima dos criminosos quando ainda era adolescente. Em telefonemas interceptados pela Polícia Federal, Rodrigo Otávio Cotait -- apontado como líder da quadrilha -- assume o fato.

Questionada pelo jornal, Mirella assumiu que foi explorada pela rede de prostituição no passado. No entanto, a assessoria da cantora não deu maiores detalhes, também de acordo com a Quem.

Além de Mirella, a modelo Nubia Oliiver, de 47 anos, também está sendo investigada por seu envolvimento com Rodrigo e a quadrilha de prostituição internacional. Ela seria responsável por enviar fotos sensuais de outras mulheres ao agenciador. 

O advogado de Nubia, Rodrigo Carneiro Maia Bandieri, enviou um comunicado oficial à Quem sobre o assunto. "Como os autos tramitam em sigilo, por ora, a defesa técnica da Sra. Nubia Cassia Ferreira de Oliveira, irá respeitá-lo, ou seja, não nos manifestaremos sobre a investigação policial federal. Aliado a isso, fomos constituídos na data de ontem, e ainda não conseguimos acesso ao inteiro teor. Em momento oportuno poderemos falar".

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