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Filha de Zé do Caixão desabafa na web após morte do cineasta: “Parece que há uma cova no meu peito”

Liz Marins e o pai, José Mojica Marins, o Zé do Caixão
Liz Marins e o pai, José Mojica Marins, o Zé do Caixão - Foto: Arquivo Pessoal

Redação Publicado em 27/02/2020, às 13h20 - Atualizado às 13h22

Filha de José Mojica Marins, mais conhecido como Zé do Caixão, Liz Marins recorreu ao Facebook para desabafar após a morte do cineasta.

Na rede social, a atriz e escritora postou uma foto do velório do pai, que faleceu na última semana, falou sobre a perda, e contou que a despedida está sendo difícil:

“Até então, não tive o direito de chorar, de sofrer, de cair, pois, o meu pai ainda precisava de mim. E agora? Só o vazio… Ainda não sei exatamente o que está se passando comigo… Parece que cavaram uma cova profunda no meu peito…uma cova sem fim. A sensação é de estar perdida em uma brecha entre o tempo e espaço…” começou.

No desabafo, Liz explicou que postou a foto do velório na rede social para atender um pedido do próprio cineasta:

“Meu pai falava que queria que fosse filmado e fotografado em seu velório e enterro, portanto, resolvi postar, principalmente, em respeito aos desejos dele e porque ele estava com um aspecto tão sereno, parecia que estava dormindo. Ele falou várias vezes que desejava que este momento fosse registrado”, continuou ela.

Na postagem, Liz diz que ainda precisa “compreender e aceitar”, e também aproveita para convidar a todos para a missa de sétimo dia do pai, marcada para o dia 1º de março, às 18h, na Paróquia São João Batista do Brás, em São Paulo.

“A minha alma só precisa respirar fundo e receber o acalento etérico para no seu âmago compreender, aceitar e prosseguir. Meu pai era católico. Na realidade estava mais para ecumênico, respeitava todas as religiões. Haverá missa de sétimo dia, todos estão convidados. A missa ocorrerá no próximo domingo, 01 de Março de 2020, às 18h, na Paróquia São João Batista do Brás, com sede na Avenida Celso Garcia, 600. É uma pequena paróquia. Residimos próximos a ela por muitos anos, na minha infância e adolescência”, completou.

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