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Dos consoles para as telas: Por que os videogames são os novos queridinhos de Hollywood

Os videogames agora são os novos queridinhos de Hollywood - Foto: Pixabay/ Lucas Luquinhas
Os videogames agora são os novos queridinhos de Hollywood - Foto: Pixabay/ Lucas Luquinhas

Redação Publicado em 21/01/2025, às 22h01

Hollywood encontrou um novo amor, e ele vem direto das telas dos consoles. Nos últimos anos, os videogames deixaram de ser apenas diversão interativa e se tornaram uma das maiores fontes de inspiração para o cinema e o streaming. Séries como The Last of Us e filmes como Super Mario Bros. provam que os jogos podem contar histórias tão envolventes quanto os melhores roteiros de Hollywood.

Com o lançamento de Secret Level, da Amazon, o mundo dos jogos ganha uma nova dimensão no entretenimento. Mas será que todos os jogos têm o que é preciso para brilhar nas telas? Vamos explorar essa tendência e o que a diferença.

A magia dos jogos como histórias

Jogos como The Last of Us e The Witcher vão muito além de simples missões ou combates. Eles entregam narrativas profundas, cheias de personagens complexos e emoções genuínas. Isso é o que torna suas adaptações tão empolgantes: as histórias já estão lá, prontas para serem traduzidas para outro formato.

Pense em The Last of Us. Não é só uma luta pela sobrevivência em um mundo pós-apocalíptico; é sobre escolhas difíceis e laços humanos. Cada decisão de Joel e Ellie carrega um peso emocional. Já The Witcher, com suas intrigas políticas e batalhas épicas, é praticamente um épico cinematográfico esperando para acontecer.

Secret Level: a nova aposta da Amazon

A Amazon acertou em cheio com Secret Level. Criada por Tim Miller (Love, Death & Robots), essa série animada para adultos celebra o universo dos jogos de forma inovadora. Cada episódio funciona como um curta independente, explorando mundos icônicos como God of War e Mega Man.

Com um elenco que inclui Arnold Schwarzenegger e Keanu Reeves, Secret Level mistura nostalgia com narrativas modernas. Para fãs de longa data, é uma maneira emocionante de revisitar universos amados. Para novos públicos, é um convite para mergulhar de cabeça no mundo gamer.

Quando o jogo não tem história

Nem todo jogo é um candidato óbvio para a tela grande. Pegue Counter-Strike como exemplo. Ele brilha no que faz melhor: ação tática e trabalho em equipe. Mas história? Isso passa longe. Sem protagonistas nem narrativa linear, Counter-Strike não tem os elementos que Hollywood adora.

Ainda assim, Counter-Strike encontra formas de engajar seus jogadores. As skins, por exemplo, dão personalidade e estilo ao gameplay. E para quem busca algo mais arriscado, existe o mundo de csgo betting, onde jogadores apostam skins ou resultados de partidas. Esse elemento adiciona camadas de competição, mas também exige cuidado, já que envolve riscos financeiros e éticos.

O que essa tendência nos ensina

A febre por adaptações de jogos deixa claro que o entretenimento está mudando. O que antes era considerado "coisa de criança" agora é reconhecido como uma forma legítima de arte e narrativa.

Mas há uma lição aqui: nem todos os jogos precisam virar filmes ou séries para provar seu valor. Enquanto jogos como The Last of Us têm o enredo perfeito para adaptações, títulos como Counter-Strike brilham em outros aspectos, seja na personalização, seja na criação de comunidades únicas.