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EUA sem visto? Especialista aponta cidadania italiana como alternativa legal e mais inteligente

Telmo Casotte é referência no assunto e responsável por atender empresários, influenciadores e famosos

Telmo Casotte é especialista em cidadania italiana - Fotos: Divulgação
Telmo Casotte é especialista em cidadania italiana - Fotos: Divulgação
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por Zoom Pop

Publicado em 20/05/2026, às 11h33

Em meio às dificuldades enfrentadas por brasileiros na aprovação do visto americano, cresce a procura por caminhos legais que facilitem a entrada no país. E, segundo o especialista em cidadania italiana Telmo Casotte, a dupla cidadania europeia tem sido vista cada vez mais como uma estratégia de liberdade internacional.
Referência no assunto e responsável por atender empresários, influenciadores e famosos em processos de reconhecimento da cidadania italiana, Casotte afirma que muitas pessoas passaram a enxergar o passaporte europeu não apenas como um documento de origem familiar, mas como uma ferramenta de mobilidade e liberdade global.
“Hoje a cidadania italiana deixou de ser apenas um resgate de raízes. Ela virou também uma porta de acesso para oportunidades internacionais, viagens e menos burocracia. A pessoa conquista uma liberdade muito maior para circular pelo mundo de forma legal”, explica.
Segundo Telmo, além de permitir moradia, estudo e trabalho em países da União Europeia, o passaporte italiano facilita a entrada em diversos destinos que costumam exigir processos mais rigorosos para brasileiros. E abre as portas para os EUA.
“Existe uma diferença muito grande entre viajar com um passaporte brasileiro e viajar com um passaporte europeu. Muitos países têm acordos facilitados para cidadãos da União Europeia, e isso muda completamente a experiência de quem viaja com frequência. É a opção mais inteligente”, afirma o especialista.
Casotte explica que muitos brasileiros passaram a considerar a cidadania italiana como um plano de longo prazo, principalmente diante das incertezas envolvendo vistos, imigração e restrições internacionais.
“A pessoa não depende apenas de aprovações consulares futuras. Ela conquista um direito reconhecido pela descendência familiar e passa a ter acesso a uma série de possibilidades internacionais, sempre dentro da legalidade”, pontua.
O especialista também destaca que o interesse cresceu entre famílias inteiras, que buscam deixar um legado para filhos e futuras gerações. “Mais do que turismo, estamos falando de liberdade geográfica, oportunidades profissionais, acesso facilitado a outros países e qualidade de vida. É algo que impacta gerações”.