Repórter Gabi Pietro conversa com o vidente e místico das celebridades sobre item que abre caminhos e traz proteção

por Zoom Pop
Publicado em 03/09/2026, às 08h18
Guru de artistas, atletas e outras personalidades, Robério de Ogum revelou a origem de um amuleto que o acompanha há mais de cinco décadas e que, ao longo dos anos, passou a ser entregue também a pessoas anônimas que procuravam seu templo em busca de orientação.
Segundo Robério, a história começou quando ele tinha cerca de 14 anos. Em uma manhã, ainda adolescente, ele teria desenhado de forma intuitiva o rosto de Deus cercado por diferentes símbolos, entre eles uma cruz, um coração e uma âncora. No verso, aparecia a imagem de São Jorge.
Assista ao vídeo abaixo e conheça a origem da medalha espiritual de Robério de Ogum.
Meses depois, conta, recebeu orientações espirituais sobre a forma de utilizar aquele desenho durante momentos de angústia, insegurança ou sofrimento emocional.
“Eu tinha que posicionar meu dedo naquele círculo embaixo do rosto de Deus, olhar para a cruz para pedir paz de espírito, para o coração para pedir amor e para a âncora para pedir segurança”, explica.
A imagem acabou sendo transformada em uma medalha e passou a fazer parte de sua rotina espiritual. De acordo com Robério, ao longo dos anos a peça também começou a ser procurada por pessoas que frequentavam seu templo. “Jogadores me pediam essa medalha, artistas também. Ela acabou ficando conhecida durante todos esses anos”, afirma.
Hoje, aos 70 anos, Robério diz que continua utilizando a medalha principalmente em momentos de inquietação e desequilíbrio emocional. Para ele, porém, o objeto não deve ser tratado como uma promessa de milagre. “Não é um milagre, é um equilíbrio”, resume.
Cada elemento presente na medalha possui um significado dentro da prática ensinada por Robério.
A cruz está relacionada à busca por paz de espírito. O coração representa o amor e os sentimentos. Já a âncora simboliza segurança e estabilidade. A imagem de São Jorge aparece ligada à ideia de força e proteção espiritual.
Robério também explica que a medalha não foi criada apenas para ser usada como acessório. Segundo ele, existe um exercício de concentração e oração associado à peça, feito especialmente em períodos de angústia, medo, perdas ou insegurança. “Você não pode usar por usar. É um exercício. Você tem que praticar”, afirma.

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