O GHK-Cu, peptídeo associado ao cobre, tem ampliado sua utilização em protocolos de rejuvenescimento facial adotados por clínicas de estética avançada. A avaliação é da Tonya Beauty, fundada por Tonya Pereira, especialista em pele há 12 anos.
Segundo a profissional, o ativo se destaca por atuar diretamente nos processos celulares ligados à produção de colágeno e à renovação cutânea. Entre os efeitos observados na prática clínica estão a melhora da textura e da elasticidade da pele, além do suporte aos mecanismos naturais de regeneração celular e da qualidade geral do tecido cutâneo.
Tonya Pereira explica que o diferencial do GHK-Cu está na sua função como sinalizador celular. O peptídeo estimula comportamentos celulares associados a uma pele com maior capacidade de renovação e favorece a formação de novas células. Por ser um composto ligado ao cobre, o ativo acelera processos fisiológicos relacionados à síntese de colágeno, elemento central nos tratamentos de rejuvenescimento.
Além do uso em protocolos antienvelhecimento, o GHK-Cu também apresenta resultados positivos no controle de processos inflamatórios, o que amplia sua aplicação em tratamentos de acne e em procedimentos de recuperação da pele. Atualmente, os peptídeos injetáveis seguem com uso restrito a clínicas e laboratórios, dentro de estudos, testes e protocolos científicos controlados.
Em alguns mercados internacionais, o GHK-Cu já aparece em formulações cosméticas de uso tópico, movimento que tem despertado o interesse da indústria de skincare. No Brasil, sua aplicação permanece concentrada no ambiente clínico, com acompanhamento técnico e critérios rigorosos de segurança.
Na Tonya Beauty, o ativo integra protocolos desenvolvidos ao longo de mais de uma década. De acordo com a especialista, os tratamentos aplicados pela clínica são baseados no uso de peptídeos e células-tronco, com foco em regeneração celular e acompanhamento contínuo dos resultados.