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Regininha Poltergeist abre o jogo sobre filmes pornô: “Foi difícil fazer, mas deu dinheiro”

Ex-dançarina contou que entrou para a indústria do pornô para acabar com relacionamento abusivo

Regininha Poltergeist em foto atual e na capa da Playboy, em 1994
Regininha Poltergeist em foto atual e na capa da Playboy, em 1994 - Foto: Reprodução/ Instagram@regininha_real e Divulgação

Redação Publicado em 20/01/2021, às 05h47

Regina de Oliveira Soares, a eterna Regininha Poltergeist, de 50 anos, contou que começou a fazer filmes pornô para “escapar de um relacionamento abusivo”.

Um dos maiores símbolos sexuais da década de 90, a ex-dançarina disse que “não queria mais apanhar e ser xingada em casa” e então aceitou o convite para fazer filmes adultos. Ela estrelou quatro produções no total.

“Financeiramente foi bom, mas foi difícil fazer. Eu vivia na época um relacionamento abusivo e não queria mais apanhar e ser xingada em casa. Só fiz os filmes para poder me livrar desse relacionamento. Decidi então que criaria meu filho sozinha. Estou falando isso pela primeira vez. A minha essência é muito diferente das coisas que fui obrigada a fazer”, disse ela ao colecionador Lucas Hit, do Clube da Vip.

Capa da revista Playboy em 1994 e de várias outras revistas masculinas, Regininha – que é formada em balé clássico e também trabalhou como dançarina profissional – “desapareceu dos holofotes” quando engravidou e acabou passando por dificuldades financeiras.

Regininha Poltergeist na capa da revista Playboy - Foto: Divulgação

 

“Eu era a Anitta da época em termos de mídia e repercussão. Minha imagem estava em todos os lugares. Virei mãe e desapareci, sem me despedir dos meus fãs. Ninguém entendeu”, continuou.

Prostituição

Na gravação, Regininha conta ainda que precisou se “prostituir para sobreviver” após o nascimento de seu filho, em 2005, após se distanciar dos holofotes e da fama que havia conquistado.

Capa de muitas revistas masculinas e figurinha carimbada em programas de TV, ela contou que “foi abandonada” quando mais precisou de ajuda.

“Fiz muitos programas para que meu filho não passasse fome. Éramos só eu, ele e Deus. Eu não tinha ajuda de ninguém. Na hora que você precisa mesmo, ninguém ajuda. Se eu não tivesse meu filho, eu não estaria mais aqui. Continuo viva por ele”, completou.

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