Artista está solteira desde o término com Victor Sampaio

Redação Publicado em 10/07/2026, às 10h57
A atriz Fernanda Paes Leme, de 43 anos, contou que consegue contar nos dedos de uma só mão a quantidade de vezes que fez sexo após o término de seu casamento com o empresário Victor Sampaio, de 33 anos, em janeiro do ano passado. Da relação, nasceu Pilar, atualmente com 2 anos.
Em seu podcast, o Grande Surto, a artista disse que, além de o desejo ter mudado de forma, ela sente que está vivendo como uma “gerente de operações”, cuidando de tudo ao mesmo tempo e esquecendo a própria vida.
“Tenho 43 anos, sou mãe, separada, trabalho muito, penso na obra, na escola, na logística, na vacina, no podcast. No meio disso tudo, existe uma mulher, pelo menos espero que ela ainda exista”, começou.
Ela acrescentou: “A vida adulta vai transformando a gente em uma grande gerente de operações. A gente vai gerenciando casa, filhos, carreira, emoções, grupo de WhatsApp da escola e até o lazer... E, quando você vê, está administrando a vida que esqueceu de habitar, a sua própria vida”, continuou.
Fernanda ressaltou que o desejo (ou a falta de desejo) não é um problema. Ela ainda disse que acha a cobrança por pegação algo pedante e reforçou que “não precisa disso” porque já pegou muita gente.
“Nós, mulheres, vivemos uma cultura que fala muito sobre recuperar o desejo, mas quase nunca fala sobre respeitar a falta dele. Parece que existe uma obrigação de se sentir sempre disponível para sentir alguma coisa. Disponível para amar, transar, sonhar, conhecer alguém... E, às vezes, não. A verdade é que a gente só está cansada mesmo fisicamente, mental, hormonal e logisticamente... Ou só deseja não ter desejo algum”, argumentou.
A apresentadora prosseguiu: “Outro dia me dei conta de que, desde que me separei, fiquei com poucas pessoas; dá para contar em uma mão só. Isso me fez pensar um pouco. Existe uma expectativa coletiva das amigas também. ‘Se separou, você precisa sair por aí pegando gente, compensar um tempo perdido’. Como se tivesse que viver uma adolescência atrasada”, explicou.
“Eu não preciso disso, já peguei muita gente mesmo. É como se a liberdade fosse medida pela quantidade de histórias que a gente acumula, mas liberdade é poder se escolher, se dizer ‘sim’, poder se dizer ‘não’, poder não estar procurando nada ou ninguém, poder estar procurando tudo, passar meses sem se interessar por ninguém, que é o meu caso no momento, comprar um vibrador novo. Inclusive, o que a Ingrid Guimarães me deu, eu perdi o carregador. Isso é uma tragédia”, finalizou.
COLUNISTAS
Faustino Júnior | Nerd de Negócio
O CARF da Reforma Tributária: O Conselho que Está Sendo Remodelado Antes da Tempestade