“Tem que banir”, defendeu a ex-“A Fazenda” e musa +18

Redação Publicado em 19/08/2025, às 05h09
A influencer +18 e ex-Fazenda Fernanda Campos aproveitou a denúncia feita por Felca 一 sobre casos em que crianças têm sua imagem explorada nas redes sociais, inclusive sexualmente, tanto por pais quanto por outros adultos 一, para fazer um alerta sério sobre a “infantilização” na indústria do entretenimento adulto.
Segundo ela, há centenas de perfis de criadoras nas plataformas adultas que fingem ser crianças para faturar alto e ganhar muito dinheiro. Muitas, inclusive, falam em “fetichização” da inocência, mas que, no fundo, está ligada à imagem das crianças.
Com exclusividade ao CENAPOP, Fernanda contou que é totalmente contra as criadoras de conteúdo que fingem ser crianças para fisgar quem busca este tipo de conteúdo: “São duas coisas que não se misturam. Sou totalmente contra essa ‘infantilização’ porque homens adultos deveriam se envolver com mulheres, e não com essas criadoras que fingem ser crianças. É uma linha muito tênue e perigosa”, opinou.
“O Felca fez centenas de criadoras de conteúdo perderem milhares de vendas neste último mês. A ‘adultização’ e a ‘infantilização’ são coisas diferentes, mas que caminham para o mesmo rumo. E tem vários perfis de criadoras de conteúdo adulto que infelizmente insistem em se infantilizar”, lamentou.
A influencer explica que muitos assinantes têm o fetiche do cosplay, mas que a infantilização é algo mais grave. “Não estou falando de cosplay ou realizar desejos, fetiches… Estou falando de infantilização real: elas se vestem como criança, falam como crianças e fazem ensaios no Dia das Crianças para divulgar o conteúdo adulto”, alerta.
Fernanda conta que é contra esse tipo de conteúdo e disse ainda que algumas plataformas estão optando por desabilitar essas páginas. Porém, ela destaca que a fiscalização e proibição devem ser ainda maiores.
“Algumas dessas plataformas estão optando em desabilitar, em derrubar as contas dessas criadoras apologia à sexualidade infantil. Queira, ou não, você usar uma fantasia, fazer um personagem criança, é uma apologia à sexualidade infantil. Acho muito justo banir essas contas”, finaliza.
COLUNISTAS