Atriz participou do “Provoca”, comandado por Marcelo Tas

Redação Publicado em 25/03/2026, às 04h35
A atriz Drica Moraes, de 56 anos, contou que o humor e a maternidade foram cruciais para superar o diagnóstico de leucemia, que recebeu em 2010, época em que seu filho, Mateus, que atualmente tem 17 anos, ainda era um bebê.
A artista falou sobre o assunto durante uma participação no programa Provoca, exibido pela TV Cultura e comandado por Marcelo Tas.
“Quando a gente não morre, a vida fica uma beleza! A gente ganha uma sagacidade para discernir o que presta, o que não presta. Você não perde um minuto na lama. Dá uma praticidade. Parece que eu sou mais assertiva com o que me faz bem, com o que me faz mal, sejam trabalhos, pessoas, situações. Você fica menos perdida. É ou não é. É mais rápido”, ressaltou.
Ela acrescentou: “Eu pensava: ‘eu preciso ficar viva para ser mãe de Mateus [atualmente com 17 anos]’. Eu só via aquele sorriso, aquela cara de bebê. Na época, ele foi morar com mamãe, eu com picos de ansiedade, muitas angústias. Tem que ter muita imaginação para sair. Eu ficava o tempo todo rindo de tudo, cantando pelos corredores, com as enfermeiras, falando bobagem. Meu namorado ia e eu brincava: ‘fecha a porta e tira a roupa’ [risos]”, lembrou.
No bate-papo, a artista também falou sobre intimidade e contou, entre outras coisas, que considera “muito melhor” o sexo na maturidade.
Sem fazer rodeios, a artista disse que “conhecer o corpo” e “saber pedir” são coisas cruciais para tornar a transa prazerosa.
“Eu adoro transar. Transar mais velho é muito melhor, porque você vai para o jogo, você se conhece, conhece o seu corpo, sabe o que você gosta, sabe pedir, você sabe atender, você diz um ‘não’ e um ‘sim’ com mais facilidade. É o ideal para qualquer idade. Acho que é tudo muito saudável. Depois que você passa pela vida se conhecendo, porque tem gente sem saber onde tem prazer…”, ponderou.
Drica acrescentou: “Minha mãe me ensinou, ensinou a nós todos: ‘sejam pessoas do bem, trabalhem, ganhem o dinheiro de vocês e tenham prazer, porque a vida é para ter prazer’. É uma responsabilidade que a gente tem que ter na vida: ter prazer, caçar prazer. Porque, às vezes, a vida está uma merda, está difícil, tem que caçar se é uma pessoa, uma praia, abrir a boca e falar, passar a mão no telefone e ligar para uma pessoa sem querer, e eu tenho muito prazer nessas coisas”, completou.
COLUNISTAS
Faustino Júnior | Nerd de Negócio
Receita Federal aperta o cerco: a nova malha de R$ 4,9 bilhões mostra que a era do contribuinte invisível acabou