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CURIOSIDADES

Funcionária de supermercado diz faturar R$ 11 mil por mês vendendo lingerie usada

Tatiana, de Londres, na Inglaterra, chegou a receber R$ 43 mil em um mês

Tatiana vende lingeries usadas na plataforma Sofia Gray (imagem meramente ilustrativa)
Tatiana vende lingeries usadas na plataforma Sofia Gray (imagem meramente ilustrativa) - Foto: Reprodução

Redação Publicado em 10/04/2021, às 07h05

Atendente de um conhecido supermercado em Londres, na Inglaterra, Tatiana, de 24 anos, contou que vem faturando uma boa grana neste período de pandemia (pelo menos R$ 11 mil por mês) vendendo suas calcinhas, sutiãs e meias usadas.

A “mágica” acontece no site Sofia Gray (https://sofiagray.com/), uma plataforma online onde as pessoas podem anunciar e comprar de tudo, de roupa íntima usada a brinquedos eróticos.

Ao falar sobre a polpuda renda extra, a jovem ㅡ que usou um pseudônimo para preservar sua imagem ㅡ explicou que já chegou a faturar R$ 43 mil em seu melhor mês.

Tatiana usa a plataforma Sofia Gray para vender suas lingeries usadas - Foto: Reprodução

 

“Tenho feito isso há dois anos. Eu vendo calcinhas, sutiãs, meias, todos os tipos de roupa íntima, e também cobro por fotos e vídeos”, explicou Tatiana, ao Daily Star. “Comecei a fazer isso para ter uma renda extra, porque durante o dia eu trabalho no mercado”, continuou.

À publicação, ela explicou que o preço das peças varia de acordo com o tempo de uso. O valor médio que ela costuma cobrar é de R $225 por uma calcinha, sutiã, meia, body ou sapato que usou por 24 horas.

“No meu melhor mês eu consegui faturar R$ 43 mil. Geralmente sou eu mesma quem escolhe as lingeries, mas há clientes que pedem por algo mais exclusivo. Recebo muitos pedidos absurdos e incomuns”, revelou.

A funcionária do mercado mantém o trabalho lucrativo em segredo da família, apenas suas melhores amigas sabem da prática:

“Minhas amigas me apoiam e acham legal, elas nem conseguem acreditar que faço tanto dinheiro com isso. É só ignorar o estigma. O corpo é seu, e se isso dá dinheiro, qual é o problema?”, completou.

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