Léo Lins se despede de gato de estimação e emociona a web: “Foi para a luz divina”

Léo Lins se despediu de seu gato de estimação na web - Foto: Reprodução/ Instagram

Léo Lins se despediu de seu gato de estimação na web – Foto: Reprodução/ Instagram

Conhecido por suas piadas e anedotas polêmicas, Léo Lins recorreu ao Instagram, na tarde desta sexta-feira (29/11), para se despedir de Mister, seu gatinho de estimação.

Na rede social, o humorista publicou algumas fotos nas quais aparece com o felino, e emocionou seus seguidores ao homenageá-lo.

“Um gesto vale mais que mil palavras, essa frase nunca vai se encaixar tão bem a qualquer ser humano quanto aos animais. Esta semana meu gatinho se foi. Gatinho maneira de falar, pois já era um senhor, um Mister, de 19 anos. Fui para o RJ às pressas para vê-lo. Ele mesmo debilitado, passou por uma cirurgia de risco e acordou! Gatos realmente tem 7 vidas. Até o último momento foi um grande amigo, esperou meu voo decolar para subir aos céus junto comigo”, começou.

Nostálgico, Léo lembrou de como era o Mister quando o pegaram, ainda pequenininho:

“Lembro quando o adotamos, pequenininho, chamávamos e ele não olhava. Descobrimos que era surdo. Até hoje fica a dúvida se ele não atendia porque era 100% surdo ou 100% gato. Comecei a chamar ele de surdo e minha avó disse ‘não faz isso que ele entende’. Chamei então de ‘deaf’, pois inglês tinha certeza que o gato não falava. Daí veio o nome Defi”, lembrou.

Ao final, o humorista contou que a brincadeira que o gatinha mais gostava era perseguir o ponto de luz da caneta laser.

“Agora ficam as lembranças dele esperando em cima do banquinho olhando pela janela, miando assim que chegávamos em casa, brincando de perseguir a luz da caneta laser (como ele gostava disso), subindo correndo pelas escadas, quebrando coisas, roubando comidas, arranhando o sofá…”, continuou.

“Imagina que chato ter um sofá que não rasga e enfeites que não quebram. Quem diria que os animais, ditos irracionais, são os que ajudam os racionais a não dar tanto valor a bens materiais e perceber a simplicidade da vida.

Mistinho, depois de tanto anos perseguindo uma luz, você finalmente a encontrou. A luz divina. Te amo mistito”, completou.

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Um gesto vale mais que mil palavras, essa frase nunca vai se encaixar tão bem a qualquer ser humano quanto aos animais. Esta semana meu gatinho se foi. Gatinho maneira de falar, pois já era um senhor, um Mister, de 19 anos. Fui para o RJ às pressas para vê-lo. Ele mesmo debilitado, passou por uma cirurgia de risco e acordou! Gatos realmente tem 7 vidas. Até o último momento foi um grande amigo, esperou meu voo decolar para subir aos céus junto comigo. Lembro quando o adotamos, pequenininho, chamávamos e ele não olhava. Descobrimos que era surdo. Até hoje fica a dúvida se ele não atendia porque era 100% surdo ou 100% gato. Comecei a chamar ele de surdo e minha avó disse ‘não faz isso que ele entende’. Chamei então de ‘deaf’, pois inglês tinha certeza que o gato não falava. Daí veio o nome Defi. Agora ficam as lembranças dele esperando em cima do banquinho olhando pela janela, miando assim que chegávamos em casa, brincando de perseguir a luz da caneta laser (como ele gostava disso), subindo correndo pelas escadas, quebrando coisas, roubando comidas, arranhando o sofá…. Imagina que chato ter um sofá que não rasga e enfeites que não quebram. Quem diria que os animais, ditos irracionais, são os que ajudam os racionais a não dar tanto valor a bens materiais e perceber a simplicidade da vida. Mistinho, depois de tanto anos perseguindo uma luz, você finalmente a encontrou. A luz divina. Te amo mistito

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