Crítica: O Irlandês, filme de Martin Scorsese para a Netflix, é uma obra prima épica

Crítica: O Irlandês, filme de Martin Scorsese para a Netflix, é uma obra prima épica - Foto: Reprodução/Netflix

Crítica: O Irlandês, filme de Martin Scorsese para a Netflix, é uma obra prima épica – Foto: Reprodução/Netflix

Depois de muita espera, O Irlandês finalmente começou a ser exibido nos cinemas brasileiros. O longa, dirigido por Martin Scorsese para a Netflix, entra no streaming no dia 27 de novembro. No entanto, ganhou exibições especiais em vários cinemas do país.

E, de fato, este é um filme para ser assistido na tela grande. Com um grande orçamento e três astros de primeira grandeza no elenco, O Irlandês é o tipo de filme que vai acabar entrando para a história do Cinema como um todo. É, de longe, o melhor filme de Scorsese em muitos anos, reacende as carreiras de Robert de Niro, Al Pacino e Joe Pesci e traz uma experiência impressionante para o espectador.

O filme conta a história de Frank Sheeran, interpretado por Robert de Niro, que é um combatente na Segunda Guerra Mundial que acaba se tornando motorista de caminhão. Por meio de alguns contatos, acaba conhecendo o mafioso Russell Buffalino, papel de Joe Pesci.

O educado e comedido homem “de negócios” entrega a Frank alguns trabalhos extras que ele faz com eficiência e gosto. Acaba, então, caindo nas graças de Jimmy Hoffa, feito no filme por Al Pacino. Ele é o maior líder de sindicato dos Estados Unidos, e Frank acaba se tornando o braço direito do político. Quando os dois mundos começam a colidir, Frank precisa tomar uma decisão sobre a qual lado ser leal.

Não dá para descrever O Irlandês de outra forma que não seja obra-prima. O filme, que tem três horas e meia, é um épico que abrange seis décadas da história americana, e acompanha os personagens que se desenvolvem com desenvoltura diante de nossos olhos. É, de fato, impressionante.

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