Crítica: Campo do Medo, adaptação de Stephen King pela Netflix, é um filme confuso – mas funciona

Crítica: Campo do Medo, adaptação de Stephen King pela Netflix, é um filme confuso - mas funciona - Foto: Reprodução/Netflix

Crítica: Campo do Medo, adaptação de Stephen King pela Netflix, é um filme confuso – mas funciona – Foto: Reprodução/Netflix

Parece impossível transformar um campo de grama em um elemento central num filme de terror. Não para Stephen King e seu filho Joe Hill, que usam essa premissa em seu conto Campo do Medo – adaptado agora pela Netflix.

Para conseguir o efeito desejado (o de fazer as pessoas se contorcerem de medo), os dois autores transformam uma paisagem aparentemente simples em um enorme labirinto com pitadas sobrenaturais, do qual é praticamente impossível escapar. Pronto: estão presentes todos os elementos que fizeram a fama de King durante sua longeva carreira como escritor.

A adaptação do conto para a mídia audiovisual ficou a cargo de Vincenzo Natali, diretor de filmes de terror cult como Cubo (1997) e Splice – A Nova Espécie (2009), e ele se dá muito bem com a proposta intrincada e não linear da história dos dois irmãos que param à beira de uma estrada ao ouvir os pedidos de socorro de uma criança no meio do campo. Quando eles entram para verificar o que está acontecendo, podem nunca mais encontrar o caminho de saída.

Campo do Medo é um terror bem filmado, com ação e suspense suficientes para manter a atenção de quem assiste. Entretanto, é sinuoso o suficiente para frustrar quando chega ao seu final.

Veja a crítica completa no vídeo abaixo:

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