Crítica: Sombra Lunar, filme da Netflix, mistura drama com ficção científica com competência

Crítica: Sombra Lunar, filme da Netflix, mistura drama com ficção científica com competência - Foto: Reprodução/Netflix

Crítica: Sombra Lunar, filme da Netflix, mistura drama com ficção científica com competência – Foto: Reprodução/Netflix

Estamos há poucas semanas da estreia de Exterminador do Futuro: Destino Sombrio, filme que promete revitalizar a franquia depois de uma sequência de qualidade bem questionável.

A Netflix se adiantou à temática ao lançar um filme novo que fala quase sobre a mesma coisa: um assassino que viaja no tempo e volta ao passado para matar algumas pessoas que podem afetar o destino.

Sombra Lunar, o filme em questão, tem todo o jeitão de filme de ficção científica: a paleta de cores com tons de azul às perseguições de carros e às brincadeiras engraçadas e constantes entre os personagens, o que remete aos maiores sucessos dos visuais de suspense policial dos anos 80. Na verdade, conforme o tempo passa, descobrimos que há mais drama nessa história, que aborda temas delicados e profundos com a “desculpa” do sci-fi.

A ação se passa em 1988, onde dois policiais da Filadélfia, Lockhart (Boyd Holbrook) e Maddox (Bokeem Woodbine), trabalham no turno da noite – contra a vontade da esposa de Lockhart. Eles estão investigando uma série de mortes bizarras e terríveis em que as pessoas morrem de hemorragia interna, aparentemente causada por três pequenos ferimentos na parte de trás do pescoço. A investigação os leva a resultados surpreendentes.

Falar qualquer coisa sobre o enredo pode estragar a experiência de quem gosta de surpresas e filmes que surpreendem com plot twists inesperados. Resta saber que Sombra Lunar é um filme exemplar, mesmo com alguns pequenos problemas técnicos.

Veja a crítica:

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