Coringa, filme estrelado por Joaquin Phoenix, leva o Leão de Ouro em Veneza

Coringa, filme estrelado por Joaquin Phoenix, leva o Leão de Ouro em Veneza - Foto: Reprodução/Warner Bros.

Coringa, filme estrelado por Joaquin Phoenix, leva o Leão de Ouro em Veneza – Foto: Reprodução/Warner Bros.

Coringa, filme de Todd Philips, acaba de ganhar o Leão de Ouro no Festival de Veneza. É a primeira vez que um filme baseado em HQ vence este prêmio.

O júri que decidiu o prêmio para o filme foi presidido por Lucrecia Martel. O restante dos jurados foram: Paolo Virzì, Tsukamoto Shinya, Mary Harron, diretores; , Piers Handling, historiador e crítico de cinema; Rodrigo Prieto, conceituado diretor de fotografia; e Stacy Martin, atriz.

O longa traz Joaquin Phoenix no papel de Arthur Fleck, um desequilibrado que acaba sendo rejeitado pela sociedade por conta de seus problemas internos. Uma série de eventos faz com que ele acabe abraçando o seu lado mais obscuro e se torne um vilão em Gothan City – no entanto, suas ações anárquicas acabam ganhando respaldo do grande público.

Philips, diretor do longa, é responsável pela franquia Se Beber Não Case, e traz no elenco nomes como Zazie Beets e Robert De Niro. A vitória no Festival de Veneza cacifa o longa para as premiações de fim de ano, como o Globo de Ouro e principalmente o Oscar.

Veja a lista completa da premiação:

  • Leão de Ouro – Coringa, de Todd Phillips
  • Leão de Prata, Grande Prêmio do Júri – J’Accuse, de Roman Polanski
  • Leão de Prata, Melhor Diretor – Roy Andersson, por About Endlessness
  • Taça Volpi para a Melhor Atriz – Ariane Ascaride, por Gloria Mundi, de Robert Guédiguian
  • Taça Volpi para o Melhor Ator – Luca Marinelli, por Martin Eden, de Pietro Marcello
  • Melhor Roteiro – Yonfan, por N. 7, Cherry Lane
  • Prêmio Especial do Júri – La mafia non è più quella di una volta, de Franco Maresco
  • Prêmio Marcello Mastroianni para o Melhor Jovem Ator ou Atriz – Toby Wallace, por Babyteeth, de Shannon Murphy

Julie Andrews e Pedro Almodóvar receberam prêmios pelo conjunto da obra. Na seção Venice Classics, Babenco, Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou, de Bárbara Paz, foi considerado o melhor documentário sobre cinema, e Extase (1933), de Gustav Machatý, o melhor restauro.

O prêmio FIPRESCI, da associação internacional de críticos de cinema, foi para J’Accuse, de Roman Polanski. O prêmio Leão do Futuro para uma primeira obra, cujo júri foi presidido por Emir Kusturica, foi atribuído a You will die at 20, do sudanês Amjad Abu Alala.

Veja o trailer do filme:

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