Crítica: Histórias Assustadoras para Contar no Escuro, em cartaz nos cinemas, assusta de verdade

Crítica: Histórias Assustadoras para Contar no Escuro, em cartaz nos cinemas, assusta de verdade - Foto: Reprodução/Instagram

Crítica: Histórias Assustadoras para Contar no Escuro, em cartaz nos cinemas, assusta de verdade – Foto: Reprodução/Instagram

Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro, filme que chega aos cinemas neste fim de semana, é uma produção de ninguém menos que Guillermo del Toro, vencedor do Oscar por A Forma da Água.

O diretor mexicano é conhecido por duas coisas: gostar de monstros e inserir temas políticos caros a ele em suas obras. Mesmo que aqui ele não seja o diretor, as duas coisas estão muito presentes.

A trama se passa nos anos 60, em uma pequena cidade nos Estados Unidos, quando alguns adolescentes resolvem investigar uma suposta casa mal assombrada. Lá, eles encontram um livro com várias histórias escritas com sangue em suas páginas, e a partir daí eles começam a vivenciar uma série de eventos aterrorizantes.

O longa, dirigido aqui por Andre Øvredal, traz uma competente caracterização de monstros, com uma maquiagem que merece ser reconhecida na temporada de premiações. Além disso, o roteiro traz as preocupações de Del Toro muito bem delineadas: como a história se passa durante a Guerra do Vietnã, ele faz alguns paralelos interessantes com a situação, além de uma subtrama que envolve xenofobia contra imigrantes – sendo Del Toro um estrangeiro em terras de Trump, isso acaba sendo mais pertinente.

Veja a crítica completa abaixo.

Comentários