Fernanda Gentil comenta sucesso no teatro: “Sou uma contadora de histórias”

Fernanda Gentil em ação durante a peça/palestra Sem Cerimônia - Foto: Reprodução/Instagram

Fernanda Gentil em ação durante a peça/palestra Sem Cerimônia – Foto: Reprodução/Instagram

Fernanda Gentil está com o pé na estrada com sua peça Sem Cerimônia, que tem lotado vários teatros pelo país. Apesar do enorme sucesso, a apresentadora da TV Globo não se considera uma atriz ou comediante.

“Sou uma contadora de histórias. Não é intencional fazer como um humorista o espetáculo. Tenho uma leveza na maneira de ser, que obviamente, está na peça inteira. Mas é tudo bem natural, não estou interpretando uma personagem. Não sou atriz”, Fernanda enfatizou em uma conversa publicada pela Revista Quem.

Fernanda Gentil em ação durante a peça/palestra Sem Cerimônia - Foto: Reprodução/Instagram

Fernanda Gentil em ação durante a peça/palestra Sem Cerimônia – Foto: Reprodução/Instagram

“Não considero uma peça. É um bate-papo. Tem uma troca muito grande com a plateia. O público precisa participar para o espetáculo acontecer. Eu me abro completamente, tanto na vida pessoal quanto profissional. E quero ouvir as pessoas também. Toco até em alguns lugares delicados para elas”, completou, comentando sobre a estrutura do espetáculo criado com Léo Fuchs.

Foi ele, inclusive, quem despertou nela a vontade de realizar Sem Cerimônia no formato com o qual se apresenta atualmente. “Era um texto que eu já tinha pronto, com as mensagens que eu queria passar, porque eu já pensava em rodar o país com palestras. Acabou que encontrei com Léo nessa vida e ele falou: ‘Vamos fazer uma peça?’. Eu falei que não iria fazer, porque não sou atriz. Aí, ele perguntou se eu tinha algum texto pronto e dei uma floreada e aumentei ele para o teatro e nasceu o Sem Cerimônia“, disse.

“Ele é uma mistura de tudo. Você ri, se emociona e é convidado a fazer sua parte. Tem uma veia social também porque falo da minha associação beneficente, a CASLU“, complementou a apresentadora, que fundou a ONG como uma forma de lidar com a dor da perda de um parente, que faleceu de forma trágica e acabou sendo a inspiração para o projeto, que funciona desde 2013.

Necessidade de ensaios

Por não ser atriz, Fernanda precisou praticar para pegar o jeito do palco. “Fiz alguns ensaios para eu ter um domínio do palco com a plateia. Nessa parte, o Léo foi fundamental com toda a sua bagagem. O trabalho que eu faço na Globo me ajuda muito, na parte da voz, da entonação, e do gestual. Eu fiz programa ao vivo a vida inteira. Mas o grande lance do teatro para mim tem sido o retorno instantâneo do público. Você sabe na hora se rolou ou não”, enfatizou. “Acho a maior delícia também você poder ver quem está te vendo. Isso é muito gostoso e desafiador. Se me deu uma adrenalina, estou indo”.

Sobre a possibilidade de trabalhar mais a sério como atriz, Fernanda Gentil rechaçou a ideia. “Nunca passou pela minha cabeça, ainda não passa e nem vai passar, porque tem que ter um dom e um talento sobrenatural. Mesmo não sendo atriz e não tendo a pretensão de fazer uma peça de teatro, fazendo isso, eu vi como é difícil. É uma vida que tem que se entregar muito e estudar. Não iria chegar agora cheia de pretensão. Mas essa mudança de carreira minha, me abriu muitos outros desafios. O teatro foi um deles e eu como uma boa sargitariana, que adora ser desafiada, embarquei”, comentou.

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Fernanda Gentil em ação durante a peça/palestra Sem Cerimônia - Foto: Reprodução/Instagram

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