Crítica: I Am Mother, filme da Netflix, traz humanos e robôs em trama tensa

Crítica: I Am Mother, filme da Netflix, traz humanos e robôs em trama tensa - Foto: Reprodução/Netflix

Crítica: I Am Mother, filme da Netflix, traz humanos e robôs em trama tensa – Foto: Reprodução/Netflix

I Am Mother, filme que estreou na Netflix neste fim de semana, coloca em lados opostos os humanos e os robôs guiados por inteligência artificial. E não só no que diz respeito a intenção de cada um, mas também de uma forma, digamos, filosófica.

A história fala sobre um futuro distante, quando os humanos foram erradicados da Terra. Disposta a dar uma nova chance à nossa raça, uma inteligência artificial cria um laboratório onde pretende “reiniciar” os humanos, os criando em laboratório. Dessa experiência surge uma menina, que acaba sendo criada como filha do robô.

No filme, portanto, não há nomes. A menina é chamada de Filha, e a robô, de Mãe – eis que daí vem o título do filme.

Tudo corre bem, a menina chega à adolescência sem conhecer o mundo exterior – no entanto, a Mãe faz questão de contar a ela tudo sobre como a Terra era antes da erradicação dos humanos. De repente, o laboratório é invadido por uma mulher, que começa a levantar dúvidas na Filha sobre a veracidade das histórias que a Mãe conta.

Como se percebe, esta é uma ficção científica que levanta questões éticas importantes. Mas explicá-las aqui pode estragar a experiência de quem assiste. É possível afirmar, porém, que é um filme excelente e que tem um final impressionante – e que nos faz pensar.

Veja a crítica completa no vídeo abaixo.

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