Por que The Dirt: Confissões do Mötley Crüe é uma biografia melhor que Bohemian Rhapsody

Cena de The Dirt, filme que conta a louca história do Mötley Crüe – Foto: Reprodução/Netflix

Estreou no fim de semana o filme The Dirt: Confissões do Mötley Crüe.

A cinebiografia era bem aguardada pelos fãs da banda, ao mesmo tempo em que externavam um medo bastante justificado: e se a história do filme fosse quase inteiramente modificada, assim como foi com Bohemian Rhapsody – agora conhecido como o “filme do Queen”?

Como se sabe, o longa – que venceu 4 Oscars na última edição – é bastante criticado pelos fãs por conta da série de mudanças na história de Freddie Mercury e companhia que chegaram até a tirar do contexto várias situações-chave da vida dos integrantes, o que levou a acusações de “higienização” da trajetória do grupo.

Ou seja: por mais que tenha sido um êxito de público, a cinebiografia foi bastante criticada.

The Dirt: Confissões do Mötley Crüe, por outro lado, não esconde os altos e baixos da banda. Os integrantes da banda são conhecidos por suas farras homéricas, porres gigantescos e desventuras que lhes deram a fama: uma banda que melhor viveu o lema do “sexo, drogas e rock n’ roll”. Como se vê, há uma boa variedade de estreias na Netflix nesta semana.

Nosso canal parceiro, o Cinco Tons, falou sobre o filme e explicou os motivos pelo qual esse longa é melhor e mais fiel que Bohemian Rhapsody. Assista:

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