Aos 40 anos e mãe de duas, Samara Felippo posta foto nua e desabafa: “É difícil envelhecer nessa sociedade!”

Samara Felippo usou sua página no Instagram, no comecinho da tarde desta segunda-feira (05/11), para mandar um recado importante sobre amor próprio.

Na rede social, a atriz compartilhou uma foto em que aparece nua, feita para o projeto Pele Projectque o CENAPOP mostrou mais cedo –, e aproveitou para desabafar.

Aos 40 anos e mãe de duas meninas, Samara contou que nunca havia posado nua por causa da cobrança da sociedade por um corpo magro.

“Quando você começa se sentir segura, foda, ‘mulherão da porra’, vem a sombra do ‘tá errada’, ‘tá esquisita’, e te faz voltar ao movimento de minar toda essa autoestima, vai minando tudo que você desbravou e conquistou. Não deixe!”, começou.

Samara Felippo em foto para o projeto Pele Project – Foto: Reprodução/ Instagram

“Nunca, em toda a minha carreira fotografei nu. Fiz alguns ensaios ‘a la sensuellen’, e sempre magra do jeitinho que a sociedade te aceita, mas só com a pele, não. E aos 40 e ainda mãe de duas. Como é difícil envelhecer nessa sociedade!”, continuou.

No desabafo, a atriz diz que a “busca pelo amor próprio” é algo muito difícil, e ainda incentiva as mulheres a se aceitarem do jeito que são.

“Comecei esse autoconhecimento a pouco tempo. Essas quebras de paradigmas e padrões. A busca de me amar em qualquer corpo. É muito difícil! Para mim ainda é, que estou no ‘socialmente aceita’, imagina mulheres ‘fora da porra do padrão?!’ Não deixe! Lute, se ame!”, pediu.

O perfeito mata!

No textão, Samara Felippo conta que gostou muito da foto que fez para o projeto, e que evitou compartilhar um segundo registro por achar feia demais.

“Quando vi a foto de lado, amei, a de costas, amei muito, mas a de frente, meu cérebro deu um ‘bug’, coitado, ainda pré-programado para achar perfeito, o lindo. Mas não achei nada lindo e não consigo sequer postá-la. Por que nos agredimos gratuitamente quando nos olhamos? O perfeito mata!”, opinou.

“Inclusive, para você mulher que já não tem mais essa visão tão robótica e distorcida sobre você, cuidado, a vida e as pessoas vão fazer questão de te colocar ‘no seu lugar’. Não deixe! Se ame, sempre. Não vou deixar mais e estou me acolhendo. Acolhendo meus cabelos brancos, minhas marcas”, avisou.

“Será que novas gerações de mulheres vão conseguir descobrir cada vez mais cedo o poder da sua liberdade? De não se importar/depender com a visão/opinião alheia e principalmente da aprovação masculina? Peço a todas as Deusas e ao sagrado feminino que sim. Juntas pela nossa liberdade de se amar como somos!”, completou.

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Quando você começa se sentir segura, foda, “mulherão da porra”, vem a sombra do “ta errada”, “ta esquisita” e te faz voltar ao movimento de minar toda essa autoestima, vai minando tudo que você desbravou e conquistou. Não deixe! Nunca, em toda a minha carreira fotografei nu. Fiz alguns ensaios “a la sensuellen”, e sempre magra do jeitinho que a sociedade te aceita, mas só com a pele não. E aos 40 e ainda mãe de duas😰 Como é difícil envelhecer nessa sociedade! Comecei esse autoconhecimento a pouco tempo. Essas quebras de paradigmas e padrões. A busca de me amar em qualquer corpo. É muito difícil!! Pra mim ainda é, que estou no “socialmente aceita”, imagina mulheres “fora da porra do padrão”?! Não deixe! Lute, se ame! Esse projeto lindo @peleproject vem mostrar que atras de cada gordura, cada pele, cada celulite, cada cicatriz, cada estria, cada vergonha, tem sorrisos, empatia, admiração e gente! Gente linda! Gente forte! Tirei algumas fotos com o @brunnorangel e o @ma.feitosa nesse dia… …Quando vi a foto de lado, amei, a de costas, amei muito, mas a de frente, meu cérebro deu um “bug”, coitado, ainda pré programado pra achar perfeito, o lindo. Mas não achei nada lindo e não consigo sequer posta-la. Por que nos agredimos gratuitamente quando nos olhamos? O perfeito mata! Inclusive pra você mulher, que já não tem mais essa visão tão robótica e distorcida sobre você, cuidado, a vida e as pessoas vão fazer questão de te colocar “no seu lugar”. Não deixe! Se ame, sempre. Não vou deixar mais e estou me acolhendo. Acolhendo meus cabelos brancos, minhas marcas. Será que novas gerações de mulheres vão conseguir descobrir cada vez mais cedo o poder da sua liberdade? De não se importar/depender com a visão/opinião alheia e principalmente da aprovação masculina? Peço a todas as Deusas e ao sagrado feminino que sim🙏🏼 Juntas pela nossa liberdade de se amar como somos! Obrigada Bruno e Marcelo!💪🏼🌹 #peleproject #autoestima #diversidade #feminina #mae #feminismo #empoderamentofeminino #porelas #pornós #juntassomosmaisfortes

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#tbt de sentido na vida❤️🙌🏻 Eu sempre sonhei em ser mãe, eu fui. Cuidado com o que você sonha. É um pouco de tudo isso que “mascaram”. Difícil. Dolorido. Cansativo. Exaustivo. Angustiante. E claro de um amor que transcende, transmuta. Uma mudança extrema, uma maturidade repentina. Agora nunca mais é mais “só” você. E você não sabe nem se ta feliz ou desesperada com isso. Mudei. Crenças abatidas. Padrões excluídos. Me tornei por elas algo que eu jamais pensei que poderia me tornar. Saí de uma “zona de conforto”, que de confortável nao tem nada. Vi minha barriga esticar, rasgar. Vi meu peito quase explodir e murchar. Vi meu teto cair, meu coração vibrar e chorar. Vi o meu melhor, meu melhor lado despertar, por elas. Por elas lutei e luto e continuarei lutando até que toda e qualquer força minha acabe. E olha que a gente fica praticamente imbatível. Por elas abri uma conexao de união e liberdade tão impressionante. Vi o abismo racial absurdo que existe na sociedade. Por elas, enxerguei. Tirei minhas coisas de cavalo que fica tapando nosso olhos, qual é o nome daquilo?? Aquilo que a sociedade faz questão de colocar nos que nascem privilegiados. Por elas quero que cada vez mais mães se encoragem, questionem, escutem seus filhos, se encham de orgulho de quem são, deixem a culpa do lado de fora de suas vidas. Sentir culpa, mesmo a culpa de nao sentir culpa, não é nada natural. “A idéia que nascemos prontas para sermos mães é uma das responsáveis pelo sentimento de culpa que assola a maioria das mulheres, porque não se sentir dotada dessa capacidade inata acaba por minar a confiança das mães perante suas crias. O instinto materno não existe.” #lutecomoumagarota #maternidade #maededuas #cachos #cacheadas #antirracismo #maternidadereal #mulheresquenascemcomosfilhos

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