Gisele Bündchen volta a falar sobre ataques de pânico na web: “São difíceis, mas você não está sozinho”

Gisele Bündchen voltou a falar sobre suas crises de pânico e incentivou as pessoas a buscarem ajuda – Foto: Reprodução/ Instagram

Gisele Bündchen usou sua página no Instagram, nesta terça-feira (02/10), para falar sobre as crises de pânico que sofreu no início dos anos 2000.

Na rede social, a modelo compartilhou uma foto na qual aparece com um cavalo, e contou aos seguidores que procurou ajuda de familiares e especialistas para lidar com o problema:

“Às vezes nos sentimos sozinhos, como se não houvesse saída, mas isso não é verdade. Meus ataques de pânico foram difíceis e procurei ajuda de familiares, especialistas, professores e amigos. Pedir ajuda nunca é um sinal de fracasso, mas um sinal de força, porque vale a pena salvar sua vida”, comentou Gisele.

Em entrevista recente à People, a modelo contou que chegou a ter pensamentos suicidas, e que ficava muito assustada em espaços fechados.

“Eu estava em uma ótima posição na minha carreira [em 2003, quando teve a primeira crise] e sempre me achei muito positiva, então eu pensava; ‘Por que estou me sentindo assim?’. Me sentia desamparada. O mundo parece menor e menor e você não consegue respirar”, revelou.

Sem encontrar uma solução para as crises de pânico, a top chegou a pensar em suicídio:

Gisele contou à People que se arrependeu do silicone – Foto: Reprodução/ Instagram

“Eu realmente tive o desejo de só pular de um prédio e nunca mais ter que me preocupar com esses sentimentos”, disse.

Determinada a sanar o problema, Gisele procurou ajuda especializada e recebeu a prescrição de um antidepressivo e antiansiolítico. Com medo de ficar dependente do remédio, ela se recusou a tomar:

“A ideia de depender de um medicamento me apavorou. E se eu perder o remédio? Vou morrer? O que eu sabia, é que precisava de ajuda”, completou.

Arrependimento por silicone e baixa autoestima

À publicação, a top contou que seus seios diminuíram após amamentar os filhos Benjamin, de 8 anos, e Vivian, de 5 anos, por 18 meses cada um, e que viu na cirurgia uma saída para voltar a ter mais segurança em sua aparência.

“Eu sempre gostei muito do meu corpo, e desta vez senti que as pessoas tinham expectativas que eu não conseguia entregar. Eu me senti muito vulnerável, porque eu posso treinar, eu posso comer saudável, mas não podia mudar o fato de os meus dois filhos gostarem mais do meu seio esquerdo do que do meu seio direito. Tudo o que eu queria era que os dois tivessem tamanhos iguais para que as pessoas parassem de falar sobre isso”, explicou.

À publicação, Gisele disse ter feito a cirurgia em 2015, e que se sentiu horrível logo após o procedimento:

“Quando eu acordei da cirurgia, eu não acreditava no que havia feito. Eu pensei; ‘O que eu fiz?’. Me senti presa num corpo que desconhecia. Passei um ano usando roupas mais largas porque me sentia desconfortável”, revelou.

Em crise por causa de seu “novo corpo”, Gisele revelou que conseguiu melhorar e recuperar a autoestima com a ajuda com marido, Tom Brady:

“Ele disse que me amava acima de tudo e que eu estava bonita. Esta sem dúvida foi uma lição: O que não te mata, te fortalece. Mas eu gostaria de ter aprendido isso de outra maneira”, completou.

Os assuntos comentados por Gisele na entrevista da People estão esmiuçadas no novo livro da modelo, a biografia Lessons: My Path to a Meaningful Life (Lições: Meu Caminho Para uma Vida Significativa, em tradução literal), que chega às livrarias dos EUA neste dia 2 de outubro.

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