“Te criticam quando você engorda e quando emagrece também”, diz Fani Pacheco, após perder 25 quilos

Fani Pacheco atualmente, com 60 quilos, e em campanha de moda plus size, na época em que havia engordado – Foto: Reprodução/ Instagram

Aos 36 anos, Fani Pacheco, que ganhou fama após participar da 7ª edição do Big Brother Brasil, exibido pela TV Globo há 11 anos, passou por uma verdadeira transformação nos últimos meses.

Após passar por um período de tristeza na vida pessoal e se rebelar contra a ditadura da magreza, Fani ganhou peso e chegou a pesar 85 quilos.

No final de 2017, no entanto, foi diagnosticada com uma síndrome metabólica, uma condição que favorece o desenvolvimento de doenças no coração, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e diabetes, e se viu obrigada a emagrecer novamente.

Determinada a cuidar da saúde, bandeira que sempre levantou em suas páginas nas redes sociais, Fani acabou sendo criticada e acusada por muitos internautas de ter engordado e emagrecido de propósito só para aparecer na mídia:

Fani hoje estuda medicina e controla o peso com dietas e exercícios – Foto: Reprodução/ Instagram

“A grande maioria [dos internautas], creio que 90%, aceitou bem, mas tem sempre aqueles que não têm coerência e tive de enfrentar. Dizem que gostavam de mim quando eu era gordinha e que não se identificam mais porque emagreci. Me acusaram de ter engordado propositalmente! Disseram que eu era uma sex symbol, engordei para aparecer na mídia e, depois, emagreci para aparecer novamente. Teve gente que se sentiu enganada”, explicou.

À revista Marie Claire, Fani, que hoje é estudante de medicina, contou que os internautas julgam como juízes e desvalorizam sem pensar duas vezes na web:

“Hoje existe a ditadura da magreza e da gordura. Quando você engorda te criticam e quando emagrece também. Algumas vêm dizer ‘essas famosas são assim mesmo, ganham dinheiro, emagrecem, fazem procedimentos estéticos para rejuvenescer’. Mas não pode mais? Tem de ser sempre o naturalismo? Elas querem mandar na vida das pessoas. As pessoas têm uma ditadura velada entre elas”, continuou.

À publicação, Fani explicou que teve dificuldades de se aceitar com os quilos a mais, mesmo trabalhando como modelo plus size, e que demorou “um ano para se achar bonita”:

“Demorei um ano, a base de terapias, e aceitei quando comecei a comprar roupas para o meu tamanho e me senti bonita. Me via feia porque as roupas não serviam, me apertavam, mostravam meus excessos de gostosura. Meus peitos saíam do sutiã. Quando usei um 48 me sentia arrasando, bem vestida e confortável. Demorei um ano para entender tudo isso e me achei bonita”, confessou.

Apesar de estar mais tranquila com a silhueta atualmente, Fani contou que toda mulher – e os homens também – têm um dia que não acordam bem consigo mesmo.

“Acho que a mulher, independente de padrões de beleza, sempre é cricri. Conheço muitas lindas e maravilhosas que sempre arrumam problema. Principalmente em nossas fases hormonais, TPM, com retenção de líquido, ficamos chatas, de mau humor, nos irritamos com uma espinha ou com a raiz do cabelo aparente. Homens também têm um dia que acordam e não se acham bonitos”, completou.

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