Mariana Weickert emociona em relato cru da maternidade: “Me senti a pior das mães”

Mariana Weickert com a pequena Theresa no colo – Foto: Gil Inoue/ Marie Claire

Aos 36 anos, Mariana Weickert contou que tentar amamentar a pequena Theresa, de 2 meses – fruto de seu relacionamento com o empresário Arthur Ferraz Falk – foi uma das primeiras frustrações da maternidade.

Em um relato cru, a apresentadora revelou que a bebê nasceu com a sucção imatura, e que precisou misturar leite do peito com o leite industrializado logo no terceiro dia de vida da menina para amamentá-la.

“A amamentação foi minha primeira frustração da maternidade”, disse Mariana.

À revista Marie Claire, a modelo contou ainda que se sentiu “a pior das mães” por não ter leite suficiente:

Mariana Weickert com a bombinha de sucção, no finalzinho da noite desta terça-feira (1º) – Foto: Reprodução/ Instagram

“Todo mundo diz que é a coisa mais maravilhosa que existe. Não é. É foda. Me senti a pior das mães, um monstro, porque não tinha leite o suficiente para minha filha”, desabafou.

Em sua página no Instagram, no finalzinho da noite desta terça-feira (1º), Mariana mostrou um pouquinho de sua rotina aos seguidores.

Na rede social, ela compartilhou uma foto em que aparece usando a bombinha materna em um dos seios, e escreveu:

“Tô aqui animadona brincando de vaca. E para completar o glamour, pega o remedinho de cravo ali no queixo. Haja sensualidade, Brasil”, comentou.

À publicação, Mariana disse ainda que não conseguia nem dar banho e nem trocar fralda, porque passava o tempo inteiro olhando a máquina de ordenha:

“Quando me entregaram Theresa na maternidade, senti um enorme senso de responsabilidade. Fiquei tão tensa com essa história do leite que não consegui curti-la. Ficava plugada na máquina de ordenha, não dava banho nem trocava fralda”, explicou.

Em um discurso emocionado, a apresentadora explicou que a babá de Theresa, Nilza, teve um papel importantíssimo nos primeiros dias que a bebê estava em casa:

“Quando a nenê tinha duas semanas, ela [a babá, Nilza] me disse: ‘Viva tua filha’. Aquilo me impactou. No dia seguinte, a agarrei. Foi ali que comecei…”, contou, chorando.

“O amor é uma construção. Para mim, não foi avassalador no primeiro dia. Com o tempo, me permiti errar. Hoje, cada minuto que ela passa no meu peito é uma vitória. Tento produzir a maior quantidade possível, dou o meu melhor. Pode até não ser suficiente, mas é tudo o que posso dar”, continuou.

Apesar dos perrengues, Mariana classifica o momento atual de sua vida o melhor de todos:

“Estou vivendo o melhor momento da minha vida. Olho para ela e penso como a maternidade pode ser tão linda e absurda, como o amor que sinto é imenso. Tudo parece encaixado. Não tive depressão pós-parto, meu casamento vai bem. Se tivesse adiantado o plano de ser mãe, talvez não estivesse pronta para viver isso com a entrega que tenho hoje. Claro que não tenho mais a energia dos 20 anos para correr atrás de criança, o corpo volta mais devagar… Mas quer saber? Não estou nem aí”, completou.

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