Carolinie Figueiredo fala sobre término de seu casamento pela primeira vez: “Dor profunda”

Carolinie Figueredo com os filhos Thé, de três anos, e Bruna Luz, de 5 anos - Foto: Reprodução/ Instagram

Carolinie Figueredo com os filhos Thé, de três anos, e Bruna Luz, de 5 anos – Foto: Reprodução/ Instagram

Carolinie Figueiredo resolveu falar pela primeira vez sobre o término de seu casamento com o ator Guga Coelho.

Em sua página no Instagram, na noite desta quarta-feira (21/12), a atriz de 27 anos desabafou na rede social:

“Meu casamento, já falido, acabou, e o que veio de uma dor profunda me trouxe de volta à liberdade e, principalmente, uma relação de respeito com o pai das crias”, escreveu.

No restante do texto, Carolinie fala sobre os desafios da maternidade e desemprego. Longe da TV desde 2013, a atriz se dedica aos filhos Bruna Luz, de 5 anos, e Thé, de 3 anos, frutos de seu relacionamento com Guga.

Antes de seu contrato acabar, Carolinie deu vida para a personagem Domingas, em Malhação. Ela também participou de Ti-ti-ti e Sangue Bom.

Carolinie Figueiredo como Domingas, em Malhação (2008) - TV Globo / João Miguel Júnior

Carolinie Figueiredo como Domingas, em Malhação (2008) – TV Globo / João Miguel Júnior

“Há dois anos, eu estava imersa num pós-parto profundo que fez me questionar toda vida. Quando o mais novo fez 6 meses, acabou meu contrato de 7 anos com a TV. Eu estava desesperada porque não sabia como daria conta de dois filhos, principalmente financeiramente”, explicou.

“Lá atrás, eu não sabia como iria redesenhar minha vida, mas algumas setas me indicavam o caminho. Os últimos dois anos foram os mais intensos e dolorosos da minha vida”, continuou.

Veja o desabafo na íntegra:

Há dois anos eu estava imersa num pós parto profundo que fez me questionar toda vida. Quando o mais novo fez 6 meses acabou meu contrato de 7 anos com a TV. Eu estava desesperada porque não sabia como daria conta de dois filhos principalmente financeiramente. Percebi que esses medos de subsistir já me acompanhavam antes mesmo dos filhos (antes mesmo da TV). Agora me preparo pra olhar profundamente pra esses medos e abrir espaço pra que eles diluem em confiança e abundância.

Há 2 anos eu não sabia o que iria fazer. Tinha algumas pistas: escrever e viajar. Mas como poderia dividir minhas palavras com o mundo? Hoje cada vez que uma mulher escreve sobre como meus escritos a fortalecem eu emociono e agradeço porque começo a sentir que estou realizando o caminho que sonhei em criar. Sobre viajar, eu não fazia ideia de como isso entraria na minha vida.

A sociedade nos cobra o “papel de mãe” e isso gera muita culpa e estagnação em algumas mulheres, principalmente as que estão trilhando um caminho de consciência e vínculo seguro com os filhos. Não estou falando de viagem com filhos, estou falando de viajar pra me reencontrar. Lá trás eu não sabia como iria redesenhar minha vida mas algumas setas me indicavam o caminho.

Os últimos dois anos foram os mais intensos e dolorosos da minha vida. Meu casamento já falido acabou e o que veio de uma dor profunda me trouxe de volta à liberdade e principalmente uma relação de respeito com o pai das crias. Olhando pra minha própria trajetória começo a agradecer minhas transformações, meus caminhos tortos. E profundamente sei que recebi tudo que precisava pra me tornar a mulher que sou hoje.

A vida sempre me cobrou exigências, responsabilidades, consciência, mas ao mesmo tempo me abriu caminhos com pessoas acolhedoras e inspirações. Estou aqui na casa da Morena @danzamedicina que abriu sua casa pra que eu pudesse olhar pra dentro e relembrar quem eu sou, integrar meu corpo. Sexta vou encontrar algumas mulheres e/ou mães e já sinto a presença de outras histórias me nutrindo e me fortalecendo. A idealização de quem eu seria morreu, e nasceu alguém melhor que eu respeito, honro e acredito! E isso é sobre fé no próprio caminho e na vida!

Há dois anos eu estava imersa num pós parto profundo que fez me questionar toda vida. Quando o mais novo fez 6 meses acabou meu contrato de 7 anos com a TV. Eu estava desesperada porque não sabia como daria conta de dois filhos principalmente financeiramente. Percebi que esses medos de subsistir já me acompanhavam antes mesmo dos filhos (antes mesmo da TV). Agora me preparo pra olhar profundamente pra esses medos e abrir espaço pra que eles diluem em confiança e abundância. Há 2 anos eu não sabia o que iria fazer. Tinha algumas pistas: escrever e viajar. Mas como poderia dividir minhas palavras com o mundo? Hoje cada vez que uma mulher escreve sobre como meus escritos a fortalecem eu emociono e agradeço porque começo a sentir que estou realizando o caminho que sonhei em criar. Sobre viajar, eu não fazia ideia de como isso entraria na minha vida. A sociedade nos cobra o “papel de mãe” e isso gera muita culpa e estagnação em algumas mulheres, principalmente as que estão trilhando um caminho de consciência e vínculo seguro com os filhos. Não estou falando de viagem com filhos, estou falando de viajar pra me reencontrar. Lá trás eu não sabia como iria redesenhar minha vida mas algumas setas me indicavam o caminho. Os últimos dois anos foram os mais intensos e dolorosos da minha vida. Meu casamento já falido acabou e o que veio de uma dor profunda me trouxe de volta à liberdade e principalmente uma relação de respeito com o pai das crias. Olhando pra minha própria trajetória começo a agradecer minhas transformações, meus caminhos tortos. E profundamente sei que recebi tudo que precisava pra me tornar a mulher que sou hoje. A vida sempre me cobrou exigências, responsabilidades, consciência, mas ao mesmo tempo me abriu caminhos com pessoas acolhedoras e inspirações. Estou aqui na casa da Morena @danzamedicina que abriu sua casa pra que eu pudesse olhar pra dentro e relembrar quem eu sou, integrar meu corpo. Sexta vou encontrar algumas mulheres e/ou mães e já sinto a presença de outras histórias me nutrindo e me fortalecendo. A idealização de quem eu seria morreu, e nasceu alguém melhor que eu respeito, honro e acredito! E isso é sobre fé no próprio caminho e na vida!

Uma foto publicada por Carolinie Figueiredo (@_carolinie) em

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